sexta-feira, 20 de abril de 2012

Como declarar um imóvel ao leão


Diário de Pernambuco - 

À vista, financiado, herdado? Para cada situação há um modo de prestar as contas no Imposto de Renda

 
Comprou um imóvel e agora não sabe qual parte cabe ao leão? Ou está pagando um consórcio e ficou em dúvida sobre qual campo preencher? O primeiro passo para evitar erros na hora de declarar é identificar corretamente a situação em que o imóvel se encontra. Ele é quitado, financiado, doado ou será sorteado por um consórcio? Cada uma destas situações envolve formas diferentes de declaração. Outra informação fundamental é o valor que já foi pago na compra. A dívida, seja de consórcio ou financiamento, não importa à Receita Federal.

"Quando você financia um bem, seja móvel ou imóvel, ele próprio é usado como garantia. Por isso, a parte não paga é dispensada da declaração. Se você começou a pagar por um apartamento em 2011 e no ano todo quitou 12 parcelas de R$ 1 mil, deve colocar zero em dezembro de 2010 e R$ 12 mil em dezembro de 2011", explica Antônio Teixeira Bacalhau, consultor tributário da IOB-Folhamatic. Segundo ele, em qualquer situação é importante ter em mãos, antes da declaração, todos os documentos relativos à compra do imóvel. "Guarde, inclusive, os recibos do ITBI e Laudêmio, no caso de terrenos de Marinha. Você só não vai colocar no cálculo o IPTU e os gastos de cartório", ressalta. Veja mais dicas abaixo:

Consórcios

Segundo Welington Motta, diretor tributário da Confirp, se o consórcio ainda não foi contemplado, o contribuinte tem que declarar na coluna de Bens e Direitos, informando no campo de dezembro de 2011 o total pago no ano. Caso as parcelas tenham começado em anos anteriores o total pago no campo será a soma do valor das parcelas de 2011 e de todos os anos anteriores. No caso de consórcio já sorteado, mas ainda com o crédito não utilizado, continua na mesma coluna. Para o consórcio contemplado, a situação muda. O contribuinte deverá informar na coluna de Bens e Direitos o valor pago até o momento e no campo de Dívidas e Ônus Reais o total do saldo devedor.

Financiamento

Para ilustrar a declaração de um imóvel financiado, seja pelo banco ou pela construtora, Welington Motta cita um exemplo de um apartamento comprado em 2010 por R$ 100 mil. No primeiro ano, o contribuinte pagou R$ 30 mil pelo imóvel. Então vai colocar no 2010 os R$ 30 mil, seja esse dinheiro correspondente à entrada ou parcelas, ou mesmo abatido do saldo do FGTS. No campo de dezembro de 2011 deve colocar o valor pago durante o ano passado. Na área de discriminação, você escreve todos os detalhes da compra. Se for o primeiro ano do financiamento, basta colocar zero no campo relativo à 2010 e colocar o valor total pago no campo referente à dezembro de 2011.

À vista

Aqui, Antônio Teixeira, consultor tributário da IOB-Folhamatic, explica que o valor total do imóvel deve ser informado na ficha de Bens e Direitos, além do código do bem, o nome e CPF ou CNPJ do vendedor e informações do banco ou financeira em que o contribuinte obteve o financiamento. "É o tipo mais fácil de declarar", ressalta Teixeira.

Venda

O valor líquido referente ao ganho de capital na alienação de imóveis de uso próprio é considerado um rendimento sujeito a tributação exclusiva. Existe um campo específico para declarar a informação de tais rendimentos. Há dois casos em que a venda é isenta de tributação. A primeira é quando o imóvel é o único do contribuinte e vale menos que R$ 440 mil, desde que, nos últimos cinco anos, o mesmo contribuinte não tenha vendido outra casa, apartamento ou terreno. "Também está isento de pagamento o ganho de capital obtido com a venda de um imóvel que for utilizado para a compra de outro imóvel residencial, desde que essa compra aconteça em até 180 dias da venda", explica Antônio Teixeira. Imóveis adquiridos até 1969 também estão livres do leão.

Doação ou herança

No caso de doadores vivos, o bem deve ser incluído na declaração do responsável. O valor correspondente deve ser informado como rendimento isento e não-tributável para o contribuinte que recebeu e os rendimentos produzidos por esses bens ou direitos são tributados na declaração do responsável.

Em conjunto

Imóveis que forem adquiridos em nome de um casal pode ser declarados na proporção de 50% para cada um ou por apenas um dos cônjuges. No último caso, ele poderá ser relacionado em qualquer uma das declarações se os contribuintes optarem pela entrega de formulários individualmente.

Reformas

A reforma é a única chance de aumentar o valor do imóvel comprado. Para isto, é preciso comprovar tudo o que foi gasto com obras. "O contribuinte tem que juntar tudo, desde recibo de pagamento do pedreiro até nota fiscal do material", detalha Antônio Teixeira. Os dados e valores devem ser preenchidos no campo Discriminação junto com as demais informações sobre o imóvel, como localização e preço. A coluna de 2010 deve mostrar o valor do imóvel antes das reformas. A coluna de 2011 já deve apontar o acréscimo das mudanças. Dessa forma, ao vender, o contribuinte pagará menos sobre o capital obtido com o bem.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Veja cuidados financeiros na hora de construir a casa própria

Infomoney - 

 
SÃO PAULO – Com a ascensão financeira das classes sociais mais baixas, o sonho da casa própria está cada vez mais presente na vida dos brasileiros. Comprar um apartamento ou uma casa pronta é uma das maneiras de atingir o tão sonhado objetivo, mas muitas pessoas também acabam optando por construir a sua própria residência, com as características que mais lhe agradam.

Para o educador financeiro e gerente-geral do INI (Instituto Nacional de Investidores), Mauro Calil, quem optar por construir deve fazer um planejamento para que a obra comece e termine dentro do prazo determinado.

“Sou radicalmente contra a ideia de 'construir aos poucos'. A questão de ‘não apertar o orçamento’ não me parece real, pois a obra só para quando há algum problema orçamentário”, afirma Calil. “Colocado assim, 'construir aos poucos', parece-me algo colocado em segundo plano e não uma das mais importantes conquistas na vida de todas as famílias, que é a casa própria”, continua o educador financeiro.

Desastre financeiro

Para Calil, construir um imóvel sem planejamento, começando e parando a obra sempre que se tem algum problema orçamentário, é um “desastre” do ponto de vista financeiro.

“Ao começar uma obra, retira-se dinheiro de uma aplicação financeira, que rende juros, para comprar tijolos. Se você tinha R$ 20 mil, que renderiam R$ 100 em um mês ou R$ 1.200,00 em um ano (por exemplo), agora tem 1.000 tijolos assentados (ou menos), que serão 1.000 tijolos tanto em um como em 12 meses. Ou seja, dinheiro aplicado acelera a obra, mesmo que o início dela se dê meses depois”, aponta.

De acordo com ele, muitas pessoas usam o INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) como argumento para começar a obra rapidamente, sem planejamento. “Os incautos pensam que, se não comprarem agora, não poderão comprar amanhã, pois o preço de tijolo, areia, cimento, argamassa, tinta ficará maior”, diz.

Entretanto, este exemplo deve ser visto com cautela. “Se o preço do tijolo aumenta a ponto de você não poder acompanhá-lo, significa que sua obra parará e você ficará sem a casa e sem o dinheiro aplicado”, lembra o educador financeiro.

Desperdícios

Além disso, Calil ressalta que quando se constrói desta maneira, a obra fica mais cara. “Muito do serviço iniciado fica comprometido pela ação de sol e da chuva, desperdícios de material se multiplicam e a retomada exigirá novas compras e contratação de outra equipe, que sempre achará algum defeito naquilo que os outros fizeram, exigindo reparos”, ressalta.

Por isso, Calil aconselha que, caso não tenha o valor à vista para a construção, se utilize consórcios para compra de material e contratação de mão de obra, inclusive arquitetos e engenheiros. “Caso tenha tempo, sugiro fazer um plano financeiro de poupança e aplicações financeiras sofisticadas e turbinadas para acelerar seu projeto de modo que comece e termine dentro do prazo e de suas expectativas”, conclui.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

As cidades com os imóveis novos mais caros de 2011

 Exame -


Estudo da imobiliária Lopes mostra que, no ano passado, os bairros nobres concentraram os lançamentos imobiliários nas cidades com metro quadrado novo mais caro do país

 

1- Rio de fora

São Paulo – Em 2011 foram lançados 1.332 empreendimentos imobiliários residenciais nos principais mercados do Brasil, totalizando 168.552 unidades, com um preço mediano de 4.630 reais por metro quadrado. Os dados são do primeiro “Anuário do Mercado Brasileiro” preparado pela imobiliária Lopes, que considera lançamentos de todos os padrões ocorridos no ano passado nos 15 principais mercados imobiliários do país.

A seguir você vai ver as dez cidades com os lançamentos mais caros do país em 2011, com base no preço mediano do metro quadrado – valor que exclui o preço mais alto e o mais baixo da análise. Surpreendentemente, o Rio de Janeiro – onde se encontram alguns dos bairros mais caros do país – ficou de fora da lista, em 11º lugar, com um preço mediano de 4.660 reais por metro quadrado.

“Felizmente no Rio, no ano passado, houve o lançamento de muitos empreendimentos econômicos, em bairros mais centrais ou afastados”, diz Cristiane Crisci, diretora da área de inteligência de mercado da Lopes. Dos 73 lançamentos, muitos em bairros da Zona Oeste, como Freguesia, Campo Grande, Jacarepaguá, Barra e Recreio. Em contrapartida, na maioria das cidades a seguir, os lançamentos se concentraram em bairros nobres. Confira:

 

2- Brasília, DF

O metro quadrado mediano mais caro do país entre os lançamentos de 2011 podia ser encontrado em Brasília, por 10.420 reais. A capital federal tem uma característica única, pois os novos empreendimentos no Plano Piloto estão sujeitos a uma série de restrições, devido ao fato de a cidade ser toda planejada. Assim, os terrenos são escassos e, como a renda da população é alta, o metro quadrado acaba ficando realmente muito caro.

“Agora foram liberados os lançamentos na zona noroeste, uma região nova que funciona como se fosse um grande terreno. Em 2011 houve 15 lançamentos nessa área, onde o metro quadrado é de cerca de 10.000 reais”, diz Cristiane Crisci, diretora da área de inteligência de mercado da Lopes. No total, foram lançados 19 empreendimentos em Brasília no ano passado, totalizando 1.773 apartamentos.

 

3- Florianópolis, SC

Os oito empreendimentos lançados em Florianópolis, totalizando 846 unidades, concentraram-se nas áreas mais nobres da ilha, como a praia de Jurerê. Com isso, o preço mediano do metro quadrado foi jogado para cima, e ficou em 6.720 reais.

 

4- Santos, SP

O espaço limitado para construção em Santos aliou-se à concentração dos lançamentos em áreas nobres, próximos à praia, em especial na Ponta da Praia. Essa combinação de fatores fez com que o metro quadrado mediano dos lançamentos na cidade do litoral paulista fosse o terceiro mais caro de 2011, custando 6.390 reais. Foram lançadas 2.908 unidades distribuídas em 20 lançamentos.

 

5- São Paulo, SP

A cidade de São Paulo foi a campeã de lançamentos em 2011 de longe, com 291 empreendimentos, num total de 37.541 unidades. Houve lançamentos em todas as regiões da cidade, mas a maior concentração ficou nos bairros mais nobres das Zonas Sul e Oeste. Com isso, o preço do metro quadrado mediano ficou em 6.110 reais. Os preços mais altos se concentraram em bairros como Morumbi e Lapa. Também houve um bom número de lançamentos valorizados em bairros do Centro, como Bela Vista, Pari e Brás. “Essa região conta com muita infraestrutura, e o preço do metro quadrado chega a 7.000 ou 8.000 reais, com muitos apartamentos custando acima de 250.000 reais”, diz Cristiane Crisci, da Lopes.

 

6- Águas Claras, DF

A presença do município de Águas Claras (DF) neste ranking é um reflexo do alto preço do metro quadrado em Brasília. Boa parte da população que não consegue morar na capital federal acaba optando por cidades vizinhas. Além de Águas Claras, Ceilândia e Taguatinga também vem sendo verticalizadas recentemente. Em Águas Claras foram lançados 21 empreendimentos residenciais no ano passado, com um total de 4.643 apartamentos, e um preço mediano de 5.980 reais por metro quadrado. “Lá tudo é novo, como se fosse uma nova cidade nascendo”, observa Cristiane Crisci

 

7- Curitiba, PR

A capital paranaense chegou a receber mais lançamentos que Porto Alegre no ano passado, totalizando 10.596 unidades residenciais distribuídas em 70 empreendimentos, muitos deles de apenas um quarto, tipo de imóvel que tem o metro quadrado “naturalmente” mais alto. “Lá os prédios podem ser mais altos que na capital gaúcha, então podem ser lançadas mais torres, com mais unidades. Na verdade, é um mercado desenvolvido, bem parecido com o de São Paulo”, diz a diretora da área de inteligência de mercado da Lopes.

Em Curitiba os lançamentos do ano passado também se concentraram em bairros nobres, como o Batel, Campo Comprido e Ecoville, o que deixou a cidade em sexto lugar entre as mais caras, com um metro quadrado mediano de 5.200 reais.

 

8- Campinas, SP


O preço mediano do metro quadrado dos lançamentos em Campinas no ano passado foi de 5.040 reais. Foram 11 lançamentos na cidade do interior paulista, com 1.634 apartamentos no total. Não houve concentração em bairros mais nobres, havendo lançamentos de empreendimentos de todos os níveis.

 

9- Niterói, RJ

A cidade de Niterói já tem um mercado imobiliário de venda e revenda bastante desenvolvido, com preços semelhantes aos do Rio. Vizinha à capital, a cidade é lar de fluminenses com bom poder aquisitivo, muitos dos quais trabalham no Rio, mas decidiram se mudar para o outro lado da Baía de Guanabara. Com isso, o preço mediano do metro quadrado dos empreendimentos lançados no ano passado foi o oitavo mais caro do país, ficando em 5.020 reais. Foram 22 lançamentos, totalizando 1.924 apartamentos.

 

10 -São Caetano do Sul, SP

São Caetano do Sul, na Grande São Paulo, deixou de ser uma cidade dormitório e hoje atrai quem busca uma boa qualidade de vida no município de melhor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do país. Alguns dos lançamentos ocorreram, por exemplo, no Espaço Cerâmica, bairro planejado de alto padrão, que vai concentrar moradia, trabalho e lazer. Lá também foi inaugurado recentemente o Park Shopping São Caetano. Ao todo, foram lançados 21 empreendimentos residenciais no ano passado, com 2.015 unidades e preço mediano de 4.930 reais por metro quadrado.

 

11- Belo Horizonte, MG

O preço mediano do metro quadrado dos lançamentos em 2011 foi de 4.690 reais em Belo Horizonte, apenas 30 reais a mais do que o preço do Rio de Janeiro, que ficou de fora dos dez mais. Seus 62 lançamentos foram em número quase igual ao dos empreendimentos lançados na capital fluminense; porém, o total de 5.022 unidades representa pouco menos da metade do número de apartamentos lançados no Rio.

A explicação para a capital mineira ter ficado equiparada à cidade que tem alguns dos imóveis mais caros do país se deve ao fato de ser uma cidade planejada, com controles rígidos para a construção de novos empreendimentos. Outro motivo é a concentração dos lançamentos de 2011 numa região de alto padrão que vai do Centro até o município vizinho de Nova Lima.

Imóveis pequenos e bem localizados são melhores para investir, diz executivo

InfoMoney -

 
SÃO PAULO - As melhores oportunidades de investimentos no mercado imobiliário atualmente se encontram em imóveis compactos e bem localizados, na opinião do CEO da Vitacon Incorporadora, Alexandre Lafer Frankel.

De acordo com ele, o crescimento do público executivo estrangeiro, aliado ao aumento de profissionais solteiros, vem gerando grande demanda por imóveis residenciais pequenos e em bairros importantes da cidade de São Paulo.

Com isso, a valorização deste tipo de imóvel e a rentabilidade com o aluguel estão aumentando. “Hoje, há uma escassez muito grande de unidades por hotelaria, flats e long stay. Como o público solteiro e de executivos que migram para metrópoles vem aumentando, e esses grupos possuem alto poder aquisitivo, a demanda vem sendo suprida por imóveis compactos”, afirma Frankel.

Aumento de 500% no número de lançamentos

De acordo com dados da imobiliária Lopes divulgados recentemente, os lançamentos de apartamentos de um dormitório na cidade de São Paulo cresceram quase 5 vezes na comparação entre os períodos de 2006 a 2008 e de 2009 a 2011.

Na direção oposta, o número de lançamentos de imóveis de 4 dormitórios recuou 65% no mesmo período, passando de 30.285 para 10.468. “Certamente, para quem está atento ao mercado ou para os que querem investir em imóveis, a melhor opção são os de pequena metragem”, diz Frankel.

Para o executivo, o investidor interessado em atingir o público profissional single deve escolher imóveis perto de universidades e centros comerciais, já que a localização é mais importante para este público do que a metragem do imóvel. “Hoje, esse tipo de investimento gera uma rentabilidade maior que o CDI (Certificado de Depósito Interbancário) e outras aplicações financeiras do mercado”, diz. “É um mercado que atinge um público em constante expansão, e a demanda vai continuar crescendo”, conclui.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

5 dúvidas sobre financiamento imobiliário


Corretor de imóveis
"Financiamento bancário, além da "ficha limpa", é exigido comprovação de rendimento adequado ao valor do crédito"

São Paulo - Uma das formas mais comuns de se adquirir a tão sonhada casa própria é através do financiamento. O mercado oferece algumas formas para obter esse empréstimo, seja direto com a construtora ou no banco. Se você está prestes a bater o martelo, fique atento às dicas do assessor jurídico da AMSPA (Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências), João Bosco Brito. Ele explica regras, prazos e documentação necessária para você não ter problemas no negócio.
1 Quais são as exigências para conseguir um financiamento imobiliário?
João Bosco Brito – Se você vai comprar um imóvel na planta ou em construção, direto com a construtora, precisará apresentar apenas documentos de identidade e CPF. Não há exigência de "ficha limpa". Já no financiamento bancário, além da "ficha limpa", é exigido comprovação de rendimento adequado ao valor do crédito (valor da prestação não pode ultrapassar 30% do valor da renda líquida). Também é necessário apresentar certidão de nascimento ou casamento, certidões de protestos, distribuidor judicial, imposto de renda e comprovante de residência.
2 Quanto tempo demora para sair o crédito?
Brito – Direto com a construtora, imediatamente. Em financeiras, 30 dias para aprovar o crédito e até 180 dias para liberar o dinheiro.
3 Em quantas vezes pode-se financiar um imóvel?
Brito – Em planos governamentais, como no Minha Casa, Minha Vida, o imóvel pode ser financiado em até 360 meses. Outros negócios, pelo Sistema Financeiro da Habitação, até 240 meses. Em planos privados, como o Sistema Financeiro Imobiliário, o critério é da construtora. Em geral, até 120 meses.
4 Qual o problema principal que inviabiliza um financiamento?
Brito – No financiamento direto com a construtora, quando é emitido o contrato, as cláusulas chamadas "abusivas” deixam o comprador desmotivado para o negócio, pois favorecem a construtora com cobrança de taxas, comissão do corretor por fora, juros indevidos, correções ilegais, incorporação não registrada etc. Nos planos oficiais e financiamentos bancários, a falta de cadastro limpo ou de renda mínima necessária são os maiores empecilhos.
5 A Caixa é mesmo a melhor opção para financiamento? Por quê?
Brito – É a melhor opção para as pessoas da classe média baixa ou de baixa renda, que podem comprar pelo programa Minha Casa, Minha Vida. Porém, famílias da classe média com renda maior e estabilidade de emprego, financiar direto com a construtora é a melhor opção. Já para quem não tem muita pressa no imóvel, a melhor opção é o consórcio.

sexta-feira, 13 de abril de 2012

8 principais pecados na decoração da casa


Casa e DecoraçãoNa hora de decorar a casa, nem todo mundo pode contar com a ajuda de um designer de interiores ou de um arquiteto. Sem orientação profissional, o faça você mesmo na decoração pode acabar virando uma catástrofe. Isso porque combinar peças de mobiliário essenciais com elementos decorativos, de forma que tudo fique bonito, prático, confortável e com a personalidade dos moradores não é nada fácil, principalmente, é claro, para quem é leigo no assunto.
Para facilitar essa tarefa difícil mas não impossível  convidamos a arquiteta Alessandra Sorrentino Neira para listar os principais erros cometidos pelas pessoas na hora da decoração. Veja quais são e fuja deles:
1- Esquecer a intenção da decoração: Muitas pessoas não conseguem definir o que querem, de fato, para um ambiente. Às vezes, o casal não consegue chegar a um acordo e cada um imagina uma coisa. Na hora de decorar, eles saem fazendo um pouco do que cada um quer, e, no final, parece que uma peça do ambiente “não conhece” a outra. Ao definir a intenção, já se tem meio caminho andado, aí é só seguir a ideia para montar o ambiente.
2- Muitos detalhes: Outro erro comum é achar que quanto mais detalhes, mais a decoração estará elaborada. Quase sempre isso não funciona: o ambiente sobrecarregado de detalhes vira um local cansativo e disperso, onde não temos uma atenção fixada.
3- Mistura de cores e estampas: A mistura de tecidos coloridos e estampados também aumenta a chance de erro. Embora haja muita liberdade hoje na decoração, é preciso misturar harmonicamente as cores, formas, estilos e épocas. Os elementos não devem ser misturados aleatoriamente, e, por isso, a necessidade de referência, seja do arquiteto ou da própria pessoa que se arrisca a decorar.
4- Tamanho do mobiliário: Cada ambiente pede um tamanho proporcional para o mobiliário que irá atendê-lo. Antigamente, era muito comum salas enormes com sofás pequenos. Isso não ocorre tanto hoje, mas em compensação, tem sido cada vez mais comum as salas pequenas com sofás grandes. É preciso ajustar o tamanho do mobiliário ao tamanho do ambiente.
5- Tamanho da TV: As televisões têm uma distância mínima necessária para se conseguir aproveitar a definição da tela. É comum pessoas com salas pequenas e enormes televisores. Isso é um erro na decoração. Fique atento à especificação técnica do fabricante.
6- Não perceber suas necessidades: Um dos erros mais graves é não perceber as reais necessidades da família ao decorar. Muitas vezes a família compra um sofá claro, igual ao que viu na revista, mas se esquece das três crianças da casa. É preciso que a escolha na decoração possa ser vivenciada com tranquilidade posteriormente, senão isso gera um problema para a família.
7- Escolha errada da cor: Escolher uma cor para a parede é um risco constante. A cor precisa ser harmônica com o entorno, com tudo o que pode interferir e interagir com ela, e, ainda, tem que ser específica para os principais usuários do local. Um exemplo de mau uso da cor: a família pinta o quarto do bebê com cores fortes, e depois não sabe por que o bebê é inquieto. Para cada ambiente deve-se buscar a cor ideal.
8- Iluminação: Outro erro comum. Cada tipo de lâmpada deve ser usada de uma forma diferente. Algumas alteram as cores de tudo. Ao formar um ambiente é importante que se pense com calma sobre a iluminação, para atingir o objetivo esperado.
Fonte:www.exame.abril.com.br

Eduardo Lourenço

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Busca por imóveis na internet está liderando: Veja como usar esse recurso



A procura por imóveis pela internet vem crescendo consideravelmente, profissionais atentos fazem anúncios em portais que já existem no mercado e acabam fazendo bons negócios.
Ter o seu próprio site pode ser algo que dê bons frutos, mas, isso não é o bastante, pois, é preciso também entender  de marketing digital para gerar transações comerciais lucrativas.
Uma boa estratégia é servir-se dos quatro pilares do Mk. digital que são: a encontrablidade, estar nas primeiras páginas dos mecanismos de buscas é um diferencial competitivo, mas é apenas o início
Um outro quesito é a usabilidade que tem como máxima ” tornar o complicado simples” a simplicidade é o que a nossa dinâmica cotidiana exige.
A credibilidade é outra peça fundamental, temos que conhecer o nosso cliente e suas necessidades isso através de pesquisa nas redes sociais.
O consumidor de hoje possui todas as ferramentas para testar produtos, ele é ativo exigente e bem informado.
Isso é só o começo de um grande trabalho na manutenção de um site, se você não quer ter que contratar pessoal especializado e ter todo esse custo experimente os portais que já fazem isto para você e ainda se preocupam em divulga-lo através de redes sociais e envio de milhões de e-mail marketing validos para todo o Brasil e o mundo.