segunda-feira, 2 de abril de 2012

Quanto vale a vaga

Folha.com -

Diferentemente de localização, metragem e outros quesitos que são motivo de pesquisa e discussão no momento de comprar ou alugar um imóvel, vagas na garagem não costumam receber tanta reflexão.

Não porque não sejam importantes, mas porque ter um espaço para guardar o carro, há muito tempo, tornou-se item básico de sobrevivência para a maioria dos paulistanos.

Simon Plestenjak - 29.mar.12/Folhapress
O advogado Fernando Zito, que comprou uma vaga extra de garagem e viu seu imóvel, em São Paulo, se valorizar


Uma pesquisa da Poli-USP (Escola Politécnica da Universidade de São Paulo) atesta o efeito da cultura do automóvel na cidade e seu impacto no setor imobiliário.

No anos 1930, a área destinada a garagens era próxima de zero em relação à área total construída. A partir dos anos 1990, as vagas para passaram a ocupar 25% da área total, índice que se mantém até hoje.

"Como as pessoas dependem do carro, a maior parte dos lançamentos residenciais tem garagem. Se, na mesma região, um imóvel tem garagem e outro não, pode ter certeza de que o primeiro será procurado e vendido muito mais rapidamente", afirma Claudio Tavares de Alencar, professor do núcleo de Real Estate da Poli.

Ao se casar, o advogado Fernando Zito, 32, comprou um apartamento de dois dormitórios com uma vaga e foi surpreendido por uma proposta da construtora, que lhe ofereceu espaço para mais um carro, caso ele aceitasse pagar mais por isso.

"Precisávamos de um lugar para o carro da minha mulher", lembra o advogado, que desembolsou cerca de R$ 15 mil pela vaga extra.

Quanto vale a vaga

Como é o imóvel dos sonhos do brasileiro

Imovelweb -

Conheça as características que as pessoas mais procuram na hora de comprar a casa própria.



por Fabiana Franzolin

Sabe aquelas vilas, com casas floridas e aconchegantes, geralmente em ruas sem saída? Pois é justamente esse tipo de imóvel que domina o imaginário e sonho dos paulistanos. Em São Paulo (SP), é possível encontrar imóveis assim, principalmente nas regiões centrais, como nos Jardins e Higienópolis. O difícil, porém, é encontrar imóveis assim disponíveis.

“Você não imagina a quantidade de pessoas que ouço falar que queria uma casa de ‘vila’. Mas é muito difícil encontrar unidades disponíveis no mercado, porque quem possui esses imóveis vende para parentes ou amigos que moram na mesma região”, diz o diretor de comercialização e marketing do Secovi, Luis Fernando Gambi.

Se a oferta restrita não permite que todos morem na sonhada casinha de vila, o jeito é procurar imóveis com outros perfis. Mas quais são as características mais buscadas por quem está comprando a casa própria?

1- Localização: imóvel perto de metrô ou terminal de ônibus. A maioria das pessoas quer morar e trabalhar em lugares próximos, ou, pelo menos, ter meios de chegar facilmente de um lugar a outro. “Eu diria que o fator localização está sempre em primeiro lugar na hora da busca. Mas, para a classe C, transporte como ônibus e metrô faz com que a localização fique mais flexível. Quem procura acaba se sujeitando a morar em outros bairros que tenham transporte público”, explica Gambi.

2- Preço: entre R$ 100 e R$ 170 mil. Para se beneficiar das condições especiais de financiamento do programa Minha Casa, Minha Vida, do governo federal, que financia até 100% do valor do imóvel, os brasileiros procuram imóveis até o limite de preço aceito pelo programa. Esse limite varia de cidade para cidade. No caso das regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, São Paulo e Distrito Federal, o preço máximo é de R$ 170 mil.

3- Número de dormitórios: um ou dois quartos. Essa característica está muito ligada ao preço do imóvel. Como imóveis até R$ 170 mil possuem, no máximo, dois dormitórios, essa característica acaba sendo a preferida.

sábado, 31 de março de 2012

Valorizando a fachada

Renovação de edifício preserva o patrimônio e pode ampliar o potencial de negócios para os moradores

Você sabia que uma reforma na fachada do seu prédio pode valorizar em até 40% o valor do seu imóvel? Acredite, além de preservar o seu patrimônio, uma restauração externa em um condomínio pode ampliar o potencial de negócios para todos os moradores. A modernização da fachada traz mais vantagens até do que as reformas internas, que aumentam, no máximo, em 10% o valor de venda das unidades.

"Mas esta reforma deve acompanhar as necessidades atuais dos moradores. Se existe uma infiltração, por exemplo, é uma prioridade. Um problema elétrico, também", explica Frederico Mendonça, diretor da imobiliária Arrecifes e autor do livro Administração de imóveis. Segundo ele, depois das falhas estruturais, o trabalho mais importante na restauração de um prédio é a modernização da sua fachada, que inclui a mudança de pintura e pastilhas por cerâmica, granito e até porcelanato. "Este tipo de material resiste melhor ao nosso clima, que tem períodos de sol forte intercalados com chuva intensa", considera.


 
Bezerra disse que condomínio fez reforma por necessidade, mas moradores aproveitaram para embelezar a fachada


E é justamente isso o que o condomínio Nossa Senhora da Aparecida, nas Graças, está fazendo. Jaziel Bezerra, síndico dos dois blocos, explica que a reforma foi motivada por necessidade, mas que os moradores aproveitaram para embelezar a fachada dos prédios. "A gente encontrou uma infiltração e resolveu trocar tudo. Só mudamos a fachada da frente, pois faremos a obra em etapas, mas já sentimos uma valorização de 45% no preço dos imóveis".

Outra dica dada pelo empresário é a unificação das janelas e varandas dos prédios mais antigos, que costumam ser personalizadas. "Esse trabalho nunca deve ser feito por conta própria. Sempre que for necessária uma intervenção na fachada do prédio, o síndico desse condomínio tem que chamar um engenheiro ou arquiteto", completa. De acordo com Frederico, fora o embelezamento, as alterações que mais valorizam os imóveis de um condomínio são a criação de área verde, ampliação de vagas de garagem e construção de um playground ou piscina.

A consultora jurídica do Sindicato da Habitação de Pernambuco (Secovi-PE), Libânia Almeida, concorda com Frederico Mendonça, mas ressalta que um ponto essencial no processo de reformas é a criação ou ampliação da taxa extra do condomínio. "Antes de pensar em restaurar a estrutura do seu prédio, se não for uma obra de urgência, o ideal é passar de um a dois anos juntando dinheiro no caixa reserva para não dar margem a problemas entre os moradores", esclarece a consultora.

E outra medida que evita discussões entre os condôminos é a convocação de assembleias para quaisquer decisões referentes à aplicação do dinheiro economizado. "Quando a obra é necessária, uma aprovação de 50% mais um é o bastante. Já nas obras de embelezamento, é preciso o apoio de dois terços dos moradores". Para Libânia Almeida, obras de manutenção da calçada e de construção de rampas e corrimões nas escadas também devem ser encaradas como emergências dentro de um edifício. "A lei é clara. Cuidar da calçada é obrigação dos proprietários e beneficia toda a comunidade. E itens de acessibilidade são obrigatórios", completa.

sexta-feira, 30 de março de 2012

Novo presidente da Ademi garante "não há risco de bolha"

Jornal do Comércio - 

Eduardo Moura assume a instituição no próximo dia 3

PREÇO

Se você for olhar para os empreendimentos especiais em bairros nobres, um aumento de preços para o futuro ainda é possível. Mas acredito que vamos ter estabilidade nos valores gerais. O problema hoje é o preço do terreno, que subiu muito. Metade do custo do empreendimento vai para a compra do terreno.

EXPANSÃO

Acredito em uma expansão imobiliária para diversas áreas da Região Metropolitana do Recife, como o município do Cabo de Santo Agostinho, por exemplo. Em pouco tempo, vários profissionais vão chegar para trabalhar nas empresas do Porto de Suape e devem escolher o Cabo como um local ideal para a moradia. Você ainda tem boas áreas na cidade para investir em empreendimentos habitacionais. Além disso, há a Cidade da Copa, na Zona Oeste, que vai receber muitos empreendimentos

INTERIORIZAÇÃO

Vamos continuar com os encontros com os empresários do Interior do Estado. Já fizemos isso em Caruaru e o próximo passo vai ser Petrolina. Os encontros servem para trocar experiências, mesmo porque várias empresas da capital estão migrando parte dos seus investimentos para municípios do interior. Apostamos na integração entre os empresários.

ATRASO

Mesmo com alguns gargalos que o setor da construção civil enfrenta, como a falta de mão de obra especializada e de máquinas para as obras, não acredito em grandes atrasos na entrega dos empreendimentos imobiliários. O que pode ocorrer são atrasos pequenos de, no máximo, três meses. Vale lembrar que as empresas podem entregar o imóvel em até seis meses depois da data marcada em contrato, mas para isso ela precisa de uma justificativa, como uma greve dos operários ou problemas climáticos, como chuvas e outros. Não há risco de passarmos por um problema generalizado de atraso, que já ocorre nos grandes centros urbanos como São Paulo, onde as gigantes do setor cresceram demais.

BOLHA

O consumidor pode ficar tranquilo em relação à segurança do mercado. Não há risco de passarmos por uma bolha imobiliária em Pernambuco como a que aconteceu nos Estados Unidos, por exemplo. Aqui o percentual de imóveis financiados ainda é muito pequeno. Além disso, os bancos são muito exigentes na hora de ofertar um crédito imobiliário. Os futuros mutuários têm que apresentar várias garantias de que poderão pagar o financiamento.

DESAFIOS

Um dos temas que mais vamos abordar nas reuniões da Ademi será a aproximação com os órgãos públicos responsáveis pela aprovação dos projetos imobiliários, como prefeituras e cartórios. Estou há quatro anos na Ademi e ocupava o cargo de vice-presidente de Política Habitacional. Já estou habituado a lidar com esses órgãos. Acredito que isso será um facilitador.

MOURA DUBEUX

Garanto que vou saber separar os interesses da empresa que represento, a Moura Dubeux, dos interesses da Ademi, embora muitas vezes eles sejam os mesmos. Pretendo levar práticas positivas da MD para a Ademi. Também saberei separar toda a polêmica criada em torno do projeto do Cais José Estelita, que inclusive será feito em projeto com outras duas empresas, do meu trabalho na associação.

Onde estão os imóveis mais caros do mundo

Exame -

Pesquisa da Knight Frank e do Citi Private Bank mostra quais são as cidades mais caras para adquirir um imóvel; preço médio pode superar 58.000 dólares o metro quadrado


terceiro metro quadrado mais caro do mundo, a 48.900 dólares em 2011, Londres teve alta de 12,1% nos preços de seus imóveis, firmando-se como uma das duas únicas cidades europeias a apresentar valorização no preço dos imóveis no ano passado. A outra cidade foi Zurique, na Suíça – assim como Londres, localizada for a da zona do euro.

A capital inglesa foi mais uma vez apontada, em 2011, como a cidade mais importante do mundo hoje e daqui a dez anos na opinião das pessoas de alta renda. Cosmopolita, a cidade tem atraído capital não só das economias que mais crescem no mundo, mas também de países como Grécia e Itália.

Hong Kong 

4. Hong Kong: investimentos chineses

Na cidade-estado de apenas 1,1 quilômetro quadrado, são as casas que possuem o quarto metro quadrado mais caro, no valor de 47.500 dólares. A esse preço, um milhão de dólares já consegue comprar uma propriedade do tamanho de uma quitinete, com 21 metros quadrados. Os apartamentos aparecem em décimo lugar, na realidade, a um custo bem menor, mas ainda assim elevado: 28.300 metros quadrados.

Cosmopolita, moderna e caracterizada como centro financeiro mundial, Hong Kong tem atraído para seu mercado imobiliário comercial e residencial principalmente investidores da própria República Popular da China. De acordo com a pesquisa da Knight Frank, a tentativa de controle de preços na China levou esses investidores a mudarem o foco para o mercado de alto padrão de Hong Kong, onde já representam 25% das aquisições imobiliárias. A alta nos preços dos apartamentos de alto padrão em 2011 foi de 4,6% - 60% desde o início de 2009.

Courchevel 1850, França

5. Courchevel 1850: exclusividade em estações de esqui

Localizada nos Alpes Franceses, Courchevel é a estação de esqui mais extensa da região de Trois Vallées, e conta com cinco vilarejos em cinco diferentes altitudes. O mais alto de todos é Courchevel 1850, dono do quinto metro quadrado mais caro do mundo, no valor de 44.000 dólares. Com vistas de tirar o fôlego, a região é um verdadeiro refúgio para os apaixonados pelo esqui e pelas montanhas, mas não deixa de contar com restaurantes de excelência, vida noturna agitada e boas lojas.

Em 2011, os preços em Courchevel permaneceram inalterados. Mas como a oferta é muito limitada, a falta de movimento dos preços na realidade mascarou um aumento na demanda, principalmente por parte de suíços, britânicos, russos e italianos.

 

6. St. Moritz: refúgio nos Alpes Suíços

Os Alpes Suíços também estão representados na lista. O resort de esqui Saint Moritz, que cresceu em torno do lago Engadin, tem o sexto metro quadrado mais caro, no valor de 42.600 dólares. A cifra não teve alta no pultimo ano. Localizado a 1.856 metros acima do nível do mar, Saint Moritz é um resort de ares cosmopolitas, clima seco e ensolarado o ano inteiro. A população, em sua maioria, fala alemão, e foi lá que o nasceram o turismo de inverno e os esportes relacionados à neve. Segundo a pesquisa da Knight Frank , a falta de oferta torna a Suíça como um todo um mercado parcialmente fechado.



7. Gstaad, Suíça: oferta restrita

Em sétimo lugar vem outro resort de esqui dos Alpes Suíços. Trata-se do vilarejo de Gstaad, principal atração da região de mesmo nome, e a mais alta entre as dez cidadelas que a compõem, a 1.050 metros de altitude. O metro quadrado nessa cidade formada por chalés custa 39.900 dólares, preço que permaneceu estacionário em 2011. Com pouco mais de 3.000 habitantes, Gstaad é primordialmente um destino turístico, frequentado por milionários – alguns até famosos –, muitos dos quais mantêm lá uma segunda residência. É o caso do chefe da Fórmula 1 Bernie Ecclestone, do cineasta Roman Polanski e da atriz Julie Andrews, que há mais de 40 anos passa feriados e férias na cidade.



8. St. Tropez, França: agito

Com menos de 10.000 habitantes, a pequena Saint Tropez apresentou uma queda de 5% no preço de seus imóveis no ano passado, mas seu metro quadrado continua entre os dez mais caros, a um custo de 38.800 reais. “Descoberta” por Brigitte Bardot, moradora ilustre, a cidade da Riviera Francesa é contraditoriamente um “refúgio badalado”, que atrai endinheirados em busca da beleza do litoral mediterrâneo.



9. Genebra: na Suíça, pouca oferta e moeda forte

A cidade de Genebra, na porção francófona da Suíça, observou queda de 5% nos preços dos imóveis no ano passado, diferentemente dos resorts alpinos e de Zurique, que não aparece nesta lista. Ainda assim, ficou em nono lugar entre as cidades mais caras, com metro quadrado custando 31.900 dólares. Centro financeiro importante e cidade global, Genebra é a capital da diplomacia mundial. A falta de oferta imobiliária num país já sem espaço para construir, a valorização do franco suíço frente ao euro e a posição política neutra do país contribuem para manter os preços altos e relativamente estáveis na Suíça.



10. Paris: cosmopolitismo e política

De acordo com o índice utilizado pela pesquisa da Knight Frank, a Cidade Luz deveria ser a 11ª da lista, com o valor do metro quadrado em 27.200 dólares em 2011. No entanto, o décimo lugar ficou por conta dos apartamentos residenciais de Hong Kong, já agrupados com os preços das casas, estes sim, em quarto lugar. Os preços dos imóveis em Paris viram retração de 3% em 2011, um provável reflexo da crise na zona do euro. No entanto, a capital francesa continua tendo apelo para investidores estrangeiros, por ser uma cidade internacional, rica em oportunidades de investimentos, turística e politicamente central.

quinta-feira, 29 de março de 2012

Mercado de imóveis deve crescer no ritmo do PIB

Agência Estado -

gráfico de crescimentoO crescimento do mercado imobiliário deve, a partir deste ano, ser bem próximo à expansão da economia. Para o presidente do Sindicato de Habitação de São Paulo (Secovi-SP), Cláudio Bernardes, em 2012 o volume de vendas será entre 3,5% e 4% maior que o registrado em 2011. "E essa é uma tendência. Cada vez mais a variação do mercado ficará próxima do desempenho do PIB (Produto Interno Bruto)", disse Bernardes, que participou ontem da cerimônia de entrega do prêmio Top Imobiliário, ontem, em São Paulo.

Se depender do financiamento da Caixa, a demanda por novos imóveis não vai esfriar, já que a oferta de crédito vai crescer neste ano. Segundo Paulo José Galli, superintendente regional da Caixa, o banco trabalha para tentar superar a estimativa de volume de crédito contratado para este ano - inicialmente projetada em R$ 90 bilhões, crescimento de 12% em relação a 2011.

Bernardes, do Secovi, salientou, no entanto, que o forte ritmo de crescimento nas vendas imobiliárias registrado nos últimos cinco anos não é sustentável. "É óbvio que uma acomodação ocorrerá", frisou. Marcos Vinicius Vaz Bonini, diretor de expansão, marketing e relacionamento da Comgás, concorda com o presidente do Secovi-SP. O executivo disse que, em 2011, dos 110 mil novos clientes da Comgás, metade veio de novos imóveis.

A escassez de terreno na capital paulista e a falta de mão de obra qualificada, por sua vez, são preocupações das construtoras. Ernesto Zarzur, presidente da EZTec e vencedor do Top Imobiliário na categoria Personalidade do Ano, disse que qualificar os funcionário é rotina em sua empresa. "Não encontramos ninguém pronto para começar", disse. "Temos na EZTec uma verdadeira escola que alfabetiza e treina, na própria obra, o funcionário para as funções que temos necessidade", acrescentou.A procura por terrenos na Grande São Paulo é outra atividade que tornou-se rotineira na EZTec. "Aqui na capital tem sido cada vez mais difícil", admitiu Zarzur.

O Top Imobiliário está em sua 19.ª edição, e é uma realização do jornal "O Estado de S. Paulo", com o apoio da Caixa e da Comgás e parceria do Secovi-SP e da Embraesp. "Prestigiamos este setor com o prêmio justamente pela grandeza que ele tem e sua importância na economia nacional", disse o diretor-presidente do Grupo Estado, Silvio Genesini.

Venda de imóvel novo avança 28%

Band - 

Números são referentes ao mês de janeiro, na comparação com o mesmo período do ano passado, na cidade de São Paulo


A venda de imóveis novos residenciais na cidade de São Paulo cresceu 28,7% em janeiro na comparação com o mesmo mês de 2011, segundo o Secovi (sindicato da habitação).

Foram comercializados 1.068 imóveis no mês, ante as 830 unidades de janeiro de 2011. O volume movimentado com as vendas aumentou 17,2%, com R$ 504 milhões no primeiro mês deste ano e R$ 430,1 milhões em igual período de 2011. Com a correção do valor pelo INCC (Índice Nacional de Custos da Construção), a alta ficou em 9,5%.

Em 2011, a venda de imóveis novos residenciais na capital paulista somou 28,3 mil unidades, com retração de 21% ante o ano anterior. Já a quantidade de lançamentos registrou queda de 1,3% no mesmo comparativo, totalizando 37,7 mil unidades no ano passado.