quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Direto com o proprietário: veja os cuidados na compra de imóveis sem intermediário

Para alguns pode ser atrativo não ter intermediário, enquanto que para outros consumidores pode parecer perigoso 

É comum encontrar placas de imóveis a venda com a seguinte expressão: “direto com o proprietário”. Para alguns pode ser atrativo não ter intermediário, enquanto que para outros consumidores pode parecer perigoso.

De acordo com a advogada especializada em direito imobiliário do escritório Mesquita, Pereira, Marcelino, Almeida, Esteves Advogados, Rita de Cássia Serra Negra, a princípio, a única vantagem aparente na negociação sem intermediários é isenção da taxa de corretagem. “Geralmente essa taxa equivale a 6% do valor do imóvel, porém é aconselhável pedir auxílio a um profissional qualificado quando for realizar a compra de um imóvel”, explica.

Para Rita, o grande benefício em realizar a compra com o dono do imóvel é a possibilidade de fazer ofertas e reduzir o valor final da compra. “Além disso, com o proprietário é possível melhorar as condições de pagamento e até oferecer algum tipo de permuta”, acrescenta.

Atenção

Segundo a advogada, não há o menor problema em comprar um imóvel diretamente com o proprietário, porém é importante tomar os mesmos cuidados que o intermediário tomaria durante a compra.

Para facilitar a vida de quem pretende comprar um imóvel nessas condições, a advogada enumerou alguns cuidados importantes:

1. Pesquisa: o interessado em comprar o imóvel deve investigar a vida do bem e também do proprietário. De acordo com Rita, o comprador deve se informar se o vendedor ou o imóvel possuem alguma ação na justiça.

2. Pessoa jurídica: no caso de imóveis que estão sendo vendidos por empresas, o cuidado deve ser ainda maior. “Neste caso, o comprador deve ter cuidado redobrado e pesquisar além do histórico da empresa o de cada sócio também. Mesmo que apenas um sócio tenha alguma dívida, ela pode ser passada para os demais, chegando a comprometer o bem”, alerta Rita.

3. Documentos: a certidão negativa - documento que declara se o imóvel está livre de qualquer pendência que possa impedir sua venda como mpostos atrasados, alienação e questões inventariais - deve ser o primeiro documento solicitado pelo comprador. “Neste caso é importante que o comprador busque orientação com um advogado na hora de solicitar este tipo de documento”, afirma Rita.

4. Dívidas: caso o imóvel tenha dívidas, o comprador deve avaliar se o valor da dívida pode comprometer a posse do bem. Por exemplo, se a dívida de IPTU for equivalente a 50% do valor do imóvel, esta compra não vale a pena. “O imóvel do devedor é a garantia do credor, por isso, o comprador deve analisar de o vendedor tem muitos credores, se ele está se desfazendo de todos os bens, tudo isso pode ser um alerta de que o negócio é inviável”, explica a advogada.

5. Condomínio:  no caso dos apartamentos, mesmo que o vendedor diga que não há débitos, o comprador deve solicitar a administradora do condomínio a declaração de que não há dívidas de condomínio. “Esse tipo de dívida é tão grave que pode fazer com que o comprador perca o imóvel, por isso atenção redobrada”, aconselha a advogada.

Por Fabiana Pimentel 

Fonte: InfoMoney 

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Jovens e casais sem filhos investem mais em imóveis

Antes da chegada dos filhos, a prioridade do casal Marcos Mediano, 31, e Tatiana Rehder, 29, foi adquirir um apartamento no Rio. Compraram na planta, usaram o FGTS e pagam as prestações.

Esse roteiro é seguido por muitos casais sem filhos e famílias chefiadas por jovens na faixa de 30 a 39 anos. São, segundo o IBGE, os grupos que maisinvestem no patrimônio com imóveis (aquisição, reforma e terrenos) --7,3% do orçamento e 7,4%, respectivamente, mais do que a média nacional de 5,8%. 

 Os dados integram levantamento da Folha com base na última POF (Pesquisa de Orçamentos Familiares) do IBGE, de 2008 e 2009.

Com acesso maior à educação e vivendo em famílias menores, esses grupos têm melhores condições de planejar o futuro, segundo analistas.

"É também uma geração que cresceu num ambiente de estabilidade econômica, no qual é mais fácil se programar e investir", diz Gilberto Braga, professor do Ibmec, sobre os mais jovens.

Na pesquisa, embora aplicassem mais em imóveis, o grupo entre 30 e 39 anos e o de casais sem filhos não dispunham dos maiores orçamentos, que pertenciam às pessoas entre 50 e 59 anos e aos casais com filhos.

Para Cecília Machado, economista da FGV, é natural que os mais novos invistam mais.

A alocação de recursos para ampliar o patrimônio declinava gradualmente conforme avança o grupo etário.

A economista da FGV destaca ainda a importância das mudanças demográficas no país nos últimos anos e a maior facilidade de crédito. Com menos filhos, sobram mais recursos para investir.

Os casais sem filhos, por sua vez, têm uma renda per capita maior, ressalta Fernando Gaiger, pesquisador do Ipea. É que eles não sustentam dependentes. Para o especialista, a renda maior é determinante para acumulação de patrimônio.

Famílias chefiadas por empregadores destinavam uma fatia maior (9,9%) de seu orçamento do que aquelas comandadas por empregados domésticos (2,2%).

Segundo Cecília Machado, questões culturais também podem influenciar o tipo de investimento --mais focado em imóveis em detrimento aos financeiros, que não são considerados na POF.

Talvez seja a explicação, diz, para os evangélicos de missão (luteranos, batistas e outros) e moradores da região Sul aplicarem mais no aumento do patrimônio.

Dívidas

Com crédito fácil e estabilidade no emprego, as famílias chefiadas por funcionários públicos compunham o grupo que destinava a maior parcela do orçamento para dívidas.

Elas empregavam 3,6% da despesa total, contra média geral de 2,1% de todas as famílias. Considerando a posição na ocupação, o trabalhador doméstico, que tem renda menor e acesso restrito ao crédito, estava no outro extremo: gastava 1,2% do orçamento para pagar dívidas.

Para Marianne Hanson, a oferta de financiamentos para servidores cresceu muito nos últimos anos com o crédito consignado, e o emprego estável encoraja a categoria a assumir mais dívidas.


Por: PEDRO SOARES

sábado, 6 de outubro de 2012

Conselho do FGTS eleva valor de imóvel do Minha Casa Minha Vida

Limite máximo, para SP, RJ e DF, passou de R$ 170 mil para R$ 190 mil. Juro, para quem ganha entre R$ 3,2 mil e R$ 5 mil, caiu para 7,16% ao ano.

O Conselho Curador do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) decidiu, nesta quinta-feira (4), corrigir os valores dos imóveis que podem fazer parte do Minha Casa Minha Vida - programa habitacional do governo com subsídios para população de baixa renda -, segundo o ministro do Trabalho, Brizola Neto, que também é presidente do conselho.

"A gente está ampliando as possibilidades de acesso ao projeto e reajustando os valores praticados. Todas as faixas foram reajustadas. Queremos fomentar as políticas sociais que o fundo promove, garantindo perenidade dos programas. Este é o maior programa habitacional em escala mundial. Este setor é um vetor do desenvolvimento nacional", afirmou Brizola Neto a jornalistas.

Segundo ele, está preservada a saúde e a perenidade do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço. "O trabalhador é remunerado, no FGTS, em TR mais 3% ao ano. Os recursos do trabalhador estão garantidos", declarou.

"As medidas são importantes para impedir a redução no ritmo da construção civil, pois informações do agente operador Caixa demonstram um recente decréscimo no número de lançamentos imobiliários", informou o ministro.

Valor máximo do imóvel


Segundo ele, o valor máximo do imóvel do Minha Casa Minha Vida para os estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal passou de R$ 170 mil para R$ 190 mil. Para cidades com mais de um milhão de habitantes e demais capitais do país, o valor máximo do imóvel subiu de R$ 150 mil para R$ 170 mil.

Para cidades entre 250 mil e 1 milhão de pessoas, o valor máximo do imóvel financiado subiu de R$ 130 mil para R$ 145 mil. Municípios com população entre 50 mil e 250 mil pessoas tiveram o valor máximo do imóvel aumentado de R$ 100 mil para R$ 115 mil. Para as demais cidades, o valor do imóvel subiu de R$ 80 mil para R$ 90 mil.

O valor dos imóveis foi atualizado em 13% calculado com base no reajuste do INCC de agosto, informou o Ministério do Trabalho. Segundo o ministro Brizola Neto, a mudança tem como objetivo adequar aliar os empréstimos do FGTS à política de redução de juros.

Subsídio
Além de corrigir o valor dos imóveis inseridos no Minha Casa Minha Vida, o Conselho Curador do FGTS também reajustou o valor dos subsídios a fundo perdido, concedidos a quem ganha menos (até R$ 1,6 mil de renda mensal), segundo Brizola Neto. Neste caso, o valor do subsídio passou de R$ 23 mil para R$ 25 mil.

Já o subsídio para quem utiliza recursos do FGTS para reduzir a taxa de juros cobrada passou de R$ 13 mil para R$ 16 mil. O governo lembrou que os subsídios são concedidos para quem ganha até R$ 3.275. Os valores dos subsídios para quem ganha entre R$ 1,6 mil e R$ 3.275 serão regulamentados posteriormente, informou o governo.

Faixas de renda

O ministro do Trabalho informou que também foram corrigidas as faixas intermediárias de renda do Minha Casa Minha Vida. A faixa 1 não foi alterada. Deste modo, permanece sendo para quem ganha até R$ 1,6 mil. A faixa 2 de renda, que antes variava de R$ 1,6 mil a R$ 3,1 mil, passou a ser até R$ 3.275.  A faixa 3 de renda passou a ser de R$ 3.275 a até R$ 5 mil. Com base nas faixas de renda, são calculados os subsídios. Quem ganha menos, tem subsídio maior.

Taxa de juros

O Conselho Curador do FGTS, segundo informou o ministro do Trabalho, também decidiu nesta quinta-feira baixar os juros da faixa 3 de renda, ou seja, para quem ganha entre R$ 3.275 e R$ 5 mil. Neste caso, a taxa de juros, que antes era de 8,17% ao ano, passou para 7,16% ao ano.

As outras faixas não tiveram juros alterados. Assim, permanecem em 5% ao ano para a faixa 1 (quem ganha até R$ 1,6 mil). Para quem ganha entre R$ 1,6 mil e R$ 2.455, ficou também em 5% ao ano. Para as pessoas que têm renda de R$ 2.455 e R$ 3.275, os juros são de 6% ao ano.

"Foram beneficiadas também com a redução de juros as famílias com renda entre R$ 2.325,01 e 2.455,00, cuja taxa cai de 6% para 5%, e renda entre R$ 3.100,01 e R$ 3.275,00, que caiu para 6% ao ano com a atualização aprovada hoje", acrescentou o Ministério do Trabalho.

Nas transações no âmbito do FGTS, a renda familiar pode chegar a R$ 5.4 mil. Porém, a taxa permanece em 8,16% para rendas superiores a R$ 5 mil, acrescentou o governo federal.

Por: Alexandro Martello

Fonte: G1 

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Crédito imobiliário volta a crescer com 'ritmo saudável', afirma entidade

Os financiamentos para a aquisição e a construção de imóveis voltaram a crescer e tiveram em agosto o melhor desempenho histórico, segundo a Abecip (associação de entidades de crédito imobiliário e poupança).

O volume de empréstimos chegou a R$ 8,25 bilhões, um resultado 28% maior que o apurado em julho e 4,9% acima do registrado em agosto de 2011.

No acumulado deste ano, o crédito imobiliário ficou apenas 0,5% acima do resultado dos primeiros oito meses de 2011.

O número de unidades financiadas em agosto avançou mais, 31%.

No acumulado deste ano, foram financiadas 294,7 mil unidades, 8,6% a menos que no ano passado.

Considerados os últimos 12 meses, entre setembro de 2011 e agosto deste ano, a quantidade de unidades com financiamentos foi 13% a menos que no período anterior.

"O volume de empréstimos para construtoras e incorporadoras está se recuperando. Os lançamentos estão sendo retomados, talvez não no patamar de crescimento de 42% de 2011", diz Octavio da Lazari, presidente da Abecip.

O setor deve fechar este ano com alta de 15 a 20%", segundo o executivo.

O primeiro semestre ficou "de lado", com alta de 23% do crédito para mutuário final e queda de 28% no financiamento para empresas. Para Lazari, tempos de expansão de 65%, como em 2010, não devem mais ocorrer.

"Aquele maior crescimento foi com base muito baixa. E a gente entende que nem deve mais crescer naquele patamar", afirma. "O crescimento bem sustentado para a economia é de 20 a 25%. Acima disso surge problema de insumo, mão de obra."


Fonte: Folha 

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Corretor de imóveis: o facilitador da compra da casa própria

Ética e sinceridade é o caminho para conquistar a confiança do futuro comprador

Você compraria esse imóvel? Essa é a pergunta que grande parte dos corretores de imóveis já escutou de clientes em uma negociação. Para os profissionais do mercado imobiliário, responder esse questionamento com ética e sinceridade é o caminho para conquistar a confiança do futuro comprador. 

O papel do corretor de imóveis na venda de empreendimentos foi o tema da primeira mesa redonda realizada pela Rede Gazeta, em parceria com a Associação das Empresas do Mercado Imobiliário do Espírito Santo (Ademi-ES), no Salão do Imóvel 2012, nesta quinta-feira (27). 

Para o diretor de vendas da Lopes, Alex Ferreira, o bom corretor é um profissional completo, com características que vão desde um psicólogo até um consultor financeiro. “Muitas pessoas trabalham a vida inteira para realizar um sonho. Essas pessoas só vão comprar a casa própria se tiverem confiança no corretor. Quanto mais sincero você for, mais negócios você vai conseguir fechar”, disse. 

O corretor de imóveis precisa criar uma rede de relacionamentos, de acordo com o supervisor de vendas da Betha Espaço, Kleverson Xavier de Souza. Ao conquistar a confiança de um cliente, o profissional passa a ser indicado por essa pessoa e tem a possibilidade de fechar novos negócios. 

“O corretor pensa no futuro. O trabalho não termina quando o contrato é assinado. O bom profissional acompanha como está a obra, auxilia o cliente sobre a documentação e tira todas as dúvidas sobre o empreendimento”, afirmou.

Para ser um corretor qualificado, é preciso de capacitação. Antes de se inscrever no Conselho Regional dos Corretores de Imóveis do Estado (Creci-ES), é preciso que o profissional faça um curso de seis meses para a sua formação. Além disso, o corretor tem a possibilidade de fazer diversos cursos para aprimorar os seus conhecimentos ao longo da sua carreira. 

O diretor administrativo da Sarlo Imóveis, Thiago Sarlo, explica que com a qualificação, o profissional está habilitado para absorver os desejos do cliente e apresentar os imóveis mais adequados aos interesses do comprador. “O corretor analisa o perfil do cliente para escolher a unidade. Localização, horário de incidência do sol e condições de financiamento são algumas das orientações que o corretor passa para o cliente”, frisou.

Ter a ajuda do corretor é a possibilidade de comprar a casa própria sem ter dor de cabeça. “O corretor analisa a documentação do imóvel, do comprador e do vendedor. Ele é o facilitador e o mediador que possibilita que a transação aconteça sem problemas”, ressaltou o corretor da Francisco Rocha Imóveis, André Peterline.  

Fonte: Gazeta Online 

Postura do corretor de imóveis é tema de palestra no Secovi-SP

Ana Virgínia Carnaúba e Adolfo Assad Júnior deram dicas para o dia a dia do profissional de corretagem 

Cerca de 100 pessoas participaram da palestra A Postura do Corretor e o Sucesso nos Negócios, promovida pela Rede Secovi de Imóveis na última quinta-feira, 20/9. Adolfo Assad Júnior, diretor de Qualificação Profissional da Rede Secovi, discorreu sobre a importância de entender quais são as necessidades do cliente desde a abordagem inicial. Esse prognóstico, de acordo com Assad, serve até mesmo para que o corretor avalie se vale ou não a pena levar um potencial cliente para visitar determinado imóvel. “Se o cliente veio por causa de anúncio em placa, vá fazer a visita com ele. Se veio por causa de oferta na internet, ele já vai ter bastantes detalhes”, disse.

Maneiras de valorizar o tempo dedicado às diferentes etapas do negócio também foram abordadas pelo palestrante, que trabalha no mercado imobiliário há 25 anos. “Não caia na pegadinha de ficar falando muito tempo com o cliente por e-mail ou telefone. Ele pode estar enrolando você e, no final, fechar com outro, usando como base as informações que você passou”, afirmou, fazendo um vínculo com os rotineiros “serviços de consultoria prestados de graça”.

Para Adolfo, o corretor precisa ter noção de quanto vale sua dedicação ao dia de trabalho. “Converta o quanto você quer ganhar por mês na corretagem e divida esse valor pelo número de horas trabalhadas. Esse é o valor do seu tempo. Ele vale muito”, sustentou o palestrante.

Manter o ânimo na voz, ter objetividade nas informações prestadas, demonstrar segurança e conhecimento sobre o assunto, manter a formalidade, não subestimar financeiramente o cliente e demonstrar vontade em resolver seu problema foram algumas dicas dadas por Adolfo aos presentes para a realização de um atendimento eficaz. Além disso, também integram essa lista o domínio que o corretor precisa ter sobre o imóvel e a região em que está localizado, checar se o perfil do imóvel desejado corresponde ao potencial de pagamento do cliente e verificar disponibilidade do cliente para visitar imóveis.

Aposta no conhecimento e na postura

Ana Virgínia Carnaúba, diretora da Casa Pinar, palestrou sobre a postura do corretor e seu dever de sempre estar bem informado sobre seu mercado de atuação. “A diferença entre a postura no atendimento ao cliente supereconômico e o de altíssimo padrão existe, mas a educação e a formalidade são as mesmas”, disse a palestrante. Mas ela também observou que não é recomendado tratar todos os clientes da mesma maneira, pois cada um tem suas necessidades e peculiaridades.

Virgínia explicou que os parâmetros dessa interação com o cliente são dados pelo próprio – é só prestar atenção: “Observe como ele interage para saber como você deve se portar ao telefone”, exemplificou. “A gente acha que, porque é vendedor, tem que falar muito, fazer piada. É quando acabamos passando do razoável”, sublinhou.

Para ela, o corretor precisa conhecer a fundo sua carteira de imóveis e ser capaz de identificar as reais necessidades do cliente. “A imobiliária pode ter 20 mil imóveis cadastrados. Melhor você ter apenas 20, conhecê-los bem e saber trabalhá-los do que querer ter tudo ao mesmo tempo”, afirmou, aludindo ao fato de muitos profissionais de corretagem atrelarem as chances de bons negócios ao gigantismo de seu portfólio de imóveis. 

Fonte: Secovi 

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Último quadrimestre será positivo para o setor imobiliário, diz especialista


Segundo o especialista em Gestão Empresarial, Guilherme Machado, a expectativa é de que as construtoras  e incorporadoras voltem a lançar novos empreendimentos que tendem a estar cada vez mais personalizados de acordo com o perfil do futuro comprador e da região.

Outro fator que ficará ainda mais evidente, não só neste final de ano, mas para próximos meses é o equilíbrio e um crescimento cada vez mais sustentado do setor. “Não será difícil perceber uma estabilização dos preços dos imóveis. Em um cenário dinâmico como o nosso, nenhum preço se mantém alto demais ou baixo ao extremo durante um longo período, pois o próprio comportamento do mercado trata de harmonizar estas variações,” explica Machado.