sexta-feira, 20 de julho de 2012

Com suítes flutuantes, resort de luxo fica semissubmerso no mar



Pense Imóveis - 

Projetado pela equipe do Giancarlo Zema Design Group, o Amphibious 1000 fica na costa do Qatar, na Arábia Saudita


Orçado em mais de R$ 1 bilhão, o Amphibious 1000 não é um resort de luxo qualquer. Parte dele fica semissubmersa no mar da costa do Qatar, na Arábia Saudita, fazendo com que as suítes fiquem flutuando.




De acordo com a equipe do Giancarlo Zema Design Group, que concebeu o resort, o Amphibious 1000 parece "um grande animal aquático que se estende horizontalmente da terra para o mar, graças a dois longos braços de um quilômetro."



O projeto divide-se em duas partes: uma na terra e outra no mar. Na área terrestre, podem ser encontrados edifícios residenciais e comerciais e uma marina com um moderno porto. Essas estruturas ficam em semicírculo ao redor de uma torre com restaurante panorâmico.



Na parte localizada no mar estão quatro hotéis semissubmersos com halls totalmente embaixo da água, proporcionando vistas fascinantes. A posição dos hotéis lembra iates ancorados em uma marina. Cada hotel tem 75 suítes de luxo, cada uma com um grande terraço com vista para o complexo.



Uma área central pública reúne um museu interativo sobre a vida marinha, galerias para exposições, grandes aquários e um túnel de vidro que leva até um observatório submarino. Conectada a essa área por meio dos longos braços, ficam espaço para fitness, jardins e um teatro ao ar livre com palco móvel que abre sobre o mar.

A previsão é que o Amphibious 1000 fique pronto em 2018.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Documento Habite-se agora pode ser obtido pela internet


Folha.com -


 
A partir de hoje (16), o paulistano pode solicitar o Habite-se, documento que atesta o fim de uma obra construção, pela internet.

Para isso, é preciso acessar o site da Prefeitura de São Paulo e fazer um cadastro. A justificativa da prefeitura para a criação do sistema on-line foi agilizar o processo.

Antes, exigia-se que fossem reunidos vários documentos de setores diferentes para serem levados até a subprefeitura mais próxima. Agora, a Secretaria de Coordenação das Subprefeituras concentra o processo.

Quando necessário, um pedido é encaminhado internamente para outras secretarias, sem que seja necessária a abertura de um novo processo.

Especialistas afastam tendência de queda, mas preços de imóveis usados estão tendo que ser revistos


O corretor Luiz Claudio acredita
que a disparada de preço tenha passado
Foto: Darlei Marinho
  A valorização menor dos imóveis em 2012 é provisória, segundo análise de Paulo Fabbriani, vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi). Ele confirma que a alta de preços observada no ano passado tem se estabilizado, mas ainda não é possível apontar retração no mercado. Pelo contrário, a tendência é que os valores voltem a subir no segundo semestre.

— No primeiro quadrimestre deste ano, tivemos 40% menos lançamentos que em igual período de 2011. Tem muita coisa programada para o segundo semestre. Como a demanda por unidades é sete vezes maior do que a oferta, os preços podem voltar a subir — explica Fabbriani.

O vice-presidente da Ademi afirma que a estabilização de preço dos imóveis usados também está ligada à menor quantidade de lançamentos de empreendimentos no primeiro semestre de 2012:

— Os proprietários dos usados se baseiam nos preços das unidades novas para venderem seu bem. Mas muitos superavaliam e acabam tendo que baixar para vender. Não se pode comparar um imóvel novo num prédio com elevador, garagem e playground com outro que não tem a mesma infraestrutura. Não é possível se limitar à comparação por metro quadrado, porque as unidades são completamente diferentes.

Corretor de imóveis há 16 anos, Luiz Claudio Freitas, de 50, afirma que, há um ano, os proprietários de usados estipulavam preços muito acima dos valores de mercado e, ainda assim, conseguiam vendê-los. Agora, esse cenário vem se modificando.

— Hoje, pedem um valor alto demais e acabam tendo que baixá-lo para vender. Mas ainda tem muito comprador e o preço não cai, apenas sobe menos. Os proprietários estão querendo ganhar muito, mas o mercado está se ajustando. Acredito que a fase de disparada tenha passado e a tendência seja os preços passarem a subir gradativamente —prevê o corretor da Só Imóveis da Tijuca.

Fonte: Extra

terça-feira, 17 de julho de 2012

Surgem novos nichos para imóveis de luxo



Com a falta de terrenos como forte entrave, há uma onda de crescimento de lançamentos no mercado de imóveis de luxo, puxada, de modo geral, pela expansão do poder aquisitivo, em regiões até então não tão exploradas pelas empresas do ramo. Agora, as empresas estão de olho na nova população de alto poder aquisitivo, e buscam alternativas de lançamento em algumas cidades que não costumam ter lançamentos para esse público; logo, a tendência é de surgirem novos nichos para esse mercado.

Nesse sentido ganham destaque cidades do Estado de São Paulo como Itu, Jundiaí, Sorocaba e Guarulhos, além de cidades do Vale do Paraíba. Diadema, no Grande ABC, reduto mais popular, também acaba de virar foco da classe A, tanto que receberá o Condomínio Vitta Parque, lançado pelas incorporadoras Helbor e Setin

Para consultores do ramo, a área imobiliária paulista terá uma alta no mercado de luxo com um salto médio de até 20% este ano, na mesma projeção da valorização do metro quadrado. Há perspectiva com novas moradias também em bairros da capital, assim como cidades da região metropolitana. "Se você for parar para ver, venderam-se mais apartamentos de mais de R$ 3 milhões em dois ou três meses deste ano do que no ano passado inteiro. O grande empresário segue a própria empresa", conta o diretor da construtora Bauman, Fernando Baumann. Ele acredita que esse crescimento segue o aumento do mercado de luxo em geral.

"As pessoas estão apurando seu gosto, aumentando a exigência. Elas buscam luxo, querem um apartamento com mais requinte, mais detalhes", explica o executivo, cuja empresa atua no mercado de empreendimentos de alto padrão há 35 anos. Apesar disso, o executivo relata alguns problemas que o mercado deve enfrentar no futuro: "Conseguir terreno na cidade de São Paulo atualmente é uma dificuldade muito grande", ressalta ele.

Para conseguir novos terrenos, as construtoras têm de comprar casas e lojas dentro de bairros, mas nem sempre encontram moradores dispostos a ceder o terreno. "A família mora lá há anos, e ninguém quer sair daquela casa", diz. Para ele, uma tendência para o mercado seguir crescendo em São Paulo é a reforma de prédios antigos, como acontece em cidades como Nova York. "A construtora compra esqueletos e refaz os prédios para vender", conta Fernando Baumann.

Hoje, na cidade de São Paulo, os lançamentos de luxo estão concentrados principalmente em bairros da zona sul, responsável por 41% do mercado. No primeiro semestre de 2010, foram lançados 17 mil imóveis na cidade de São Paulo, segundo dados do Sindicato da Habitação do Estado de São Paulo (Secovi-SP). O aquecimento do setor leva ao aumento do preço dos imóveis e à valorização do metro quadrado, que deve subir 20% em 2010.

Interior

A dificuldade de encontrar terrenos em São Paulo também leva à busca por imóveis no interior paulista, que também observa o crescimento do mercado de luxo. Cidades do Vale do Paraíba e a região de Itu e Sorocaba, por exemplo, tornaram-se alvo da especulação recentemente.

"A cidade de São Paulo tem áreas pequenas para prédios, mas para grandes empreendimentos é difícil", conta Alexandre Cardoso, presidente da Apoena Imóveis. "A procura está indo para a região de Itu e para o eixo da cidade de Jundiaí", declarou o executivo. Segundo ele, a Apoena lançou recentemente, em Pindamonhangaba, no Vale do Paraíba, o empreendimento Reserva dos Lagos. Com terrenos de 400 a 600 metros quadrados, o condomínio vendeu 70% dos lotes disponíveis em 30 dias de venda.

Cardoso comemora o resultado: "Loteamento fechado, normalmente, demora de 6 meses a um ano depois do lançamento para ser vendido", conta. "No Reserva dos Lagos, depois de 60 dias de venda os terrenos tiveram uma valorização de 25%."

O próximo grande lançamento previsto pela Apoena será um empreendimento na região de Itu, e as expectativas também são boas. "Esse empreendimento já conta com 200 interessados na compra dos 186 lotes disponíveis. É o público de São Paulo mesmo que busca um imóvel como investimento ou para lazer, uma segunda moradia", explica. "Essa região de Sorocaba está crescendo muito. A Castello Branco foi eleita a melhor rodovia e a Toyota está abrindo uma fábrica na cidade", finaliza.

Região metropolitana

O mercado imobiliário de alto padrão também começa a chegar a municípios conhecidos por abrigarem classes mais baixas, sem uma conhecida demanda por imóveis de luxo. Um exemplo é a cidade de Diadema, no Grande ABC, que receberá o Condomínio Vitta Parque, lançado pelas incorporadoras Helbor e Setin. "Vendemos, no fim de semana de lançamento, 70% do empreendimento", explica João Mendes, diretor comercial da Setin.

De acordo com o executivo, a cidade de Diadema, com mais de 300 mil habitantes, não tinha empreendimentos do porte do Vitta Parque, que tem mais de 15 mil metros quadrados e apartamentos de 3 e 4 dormitórios que podem chegar a 113 metros quadrados. "Não vejo isso como um crescimento, mas como o suprimento de uma demanda reprimida", explica.

O empreendimento fica localizado a 300 metros do Shopping Praça da Moça, a cinco minutos da Rodovia dos Imigrantes e a cerca de 15 minutos do Metrô Jabaquara, tornando-se acessível mesmo para quem trabalha em São Paulo.

Outro alvo novo do mercado de alto padrão é o Município de Guarulhos. O bairro Vila Rosália é um dos alvos, e recentemente recebeu um empreendimento feito pela Cia São Paulo em parceria com a Plazza Brasil Imóveis. Segundo a Cia São Paulo, a falta de opção de imóveis de alto padrão em Guarulhos leva muitos potenciais consumidores a procurar moradia em bairros tradicionais, como Tatuapé, Mooca e Anália Franco, em São Paulo. "Nos últimos anos houve uma demanda significativa por apartamentos com quatro dormitórios. Tivemos poucos lançamentos com essas características, e foram vendidos rapidamente", explica o diretor de Planejamento da empresa, Ronald Paixão.

A expansão de empresas e o aumento do poder aquisitivo no interior paulista chamam a atenção da construção civil, que começa a aumentar o número de lançamentos de imóveis de luxo em Itu, Jundiaí, Sorocaba e Guarulhos e cidades do Vale do Paraíba. Diadema, no Grande ABC, reduto mais popular, também vira foco de imóveis para a classe A, tanto que receberá o Condomínio Vitta Parque, lançado por Helbor e Setin. "Vendemos, no fim de semana de lançamento, 70% do empreendimento", diz João Mendes, diretor comercial da Setin.

Para o diretor da construtora Bauman, Fernando Baumann, o segmento retomou o crescimento este ano. "Venderam-se mais apartamentos de R$ 3 milhões em dois ou três meses deste ano do que no ano passado inteiro. O grande empresário segue a própria empresa", conta.

Para Alexandre Cardoso, presidente da Apoena Imóveis, "a procura está indo para a região de Itu e para o eixo da cidade de Jundiaí".Além disso, a empresa lançou recentemente, em Pindamonhangaba, no Vale do Paraíba, o empreendimento Reserva dos Lagos. Com terrenos de 400 a 600 metros quadrados, venderam-se 70% dos lotes disponíveis do condomínio em 30 dias.

O próximo grande lançamento previsto pela Apoena será um empreendimento na região de Itu. "Esse empreendimento já conta com 200 interessados na compra dos 186 lotes", explica.

Outro ponto novo do mercado de alto padrão é o Município de Guarulhos. O bairro Vila Rosália é um dos alvos, e recentemente recebeu um empreendimento feito pela Cia São Paulo em parceria com a Plazza Brasil Imóveis.

Fonte: DCI

Valorização imobiliária atrai investidores



 
Com a expansão do ensino superior em Campo Mourão, a valorização imobiliária já é uma realidade na nova região universitária. Quando o empresário Edison Machado soube da abertura de um loteamento próximo à Universidade Tecnológica Federal (UTFPR/Campus Campo Mourão) e o novo campus da Universidade Estadual do Paraná (Unespar/ Campus Fecilcam), não teve dúvidas. Mesmo morando em Curitiba, ele comprou seis lotes de um residencial na região. Devido à urbanização do lançamento de loteamentos no entorno das universidades, a tendência é que aumente a procura por apartamentos e terrenos, principalmente por investidores.

Machado conta que tem planos para passar os anos da aposentadoria bem longe do ‘agito’ da capital. Como já possui uma propriedade na zona rural de Campo Mourão, resolveu garantir uma renda no futuro. “Pretendo curtir minha aposentadoria nessa cidade e por isso resolvi investir um capital em imóvel para futuros empreendimentos”, coloca. A visão empreendedora sugere um grande negociador, o que Machado descarta ser. Esse é o primeiro investimento em imóveis feito por ele, mas as expectativas são altas. “Espero ter muitos outros investimentos no futuro, em Campo Mourão. Tudo vai depender dos projetos pessoais e familiares.”

A ideia de uma segurança no futuro foi o que levou o comerciante do ramo de supermercados, Itamar Rodrigues, a adquirir quatro lotes na região, em parceria com um sócio. “A terra é um dos melhores investimentos que nós temos hoje. Ela não desvaloriza, só tende a crescer”, coloca. Os números do setor parecem comprovar a crença de Rodrigues. O mesmo loteamento que ele e Machado adquiriram teve uma valorização na tabela desde o lançamento de 5%. A previsão é que até a entrega da infraestrutura isso suba para aproximadamente 20%.

“Casa para morar nós já temos, o interesse lá foi investir. Nem procuramos outros locais na cidade. Perto da universidade era perfeito para nossa vontade”, completa. O loteamento que eles adquiriram deverá ter a parte de infraestrutura entregue em novembro. Ao todo são 174 unidades loteadas, mais da metade delas comercializadas para famílias como a da professora Leila Larissa Medeiros Marques.

Ela e o marido estão há quatro anos morando em Campo Mourão, desde que ela foi aprovada em um concurso para a UTFPR e resolveram apostar alto na permanência na cidade, com a aquisição de um lote próximo à universidade. “O meu maior objetivo é o investimento, pois sei que a região será um polo universitário com grande potencial de desenvolvimento.”

Leila adiantou que tudo indica que outras universidades devem se instalar na região além da Fecilcam, e ela quis estar à frente, pronta para a expansão e a necessidade que deve vir de moradias para os estudantes. “Acredito que os servidores das instituições e os estudantes que virão precisarão de um lugar próximo para morar e os novos loteamentos estão localizados em uma região privilegiada”, ressalta. Em cidades próximas a Campo Mourão, essa situação já está concretizada. Em Maringá e Londrina, a vinda de universidades trouxe grande importância a regiões que até bem pouco tempo estavam abandonadas. O que significou lucro para muitos investidores.

Raffael Laurani, proprietário de um dos terrenos próximo à região universitária, acredita que o aquecimento do mercado está apenas começando. “Os imóveis no centro da cidade como os dos bairros mais afastados vem valorizando diariamente”, afirma. Entre os motivos para isso ele citou a chegada de redes multinacionais como Tyson Foods e Walmart, as ampliações dos campus das universidades e projetos federais como o Minha casa, minha vida. “Tudo isso leva a acreditar que a valorização está longe de seu ápice, podendo chegar a patamares bem acima dos praticados hoje.”

De acordo com as diretrizes da região da universidade, no local é permitida a construção de casas geminadas, o que aumenta o lucro para pequenos construtores. Além disso, com o surgimento de novas casas, comércios de primeira necessidade como farmácia, mercados e padarias deverão migrar para a região.

Segundo Laurani, outros empreendimentos estão sendo preparados para a cidade, entre eles, a construção do Novo Centro. “Hoje estamos nos preparando para soltar outros projetos na região. O Novo Centro já é uma realidade e estamos trabalhando para que o mais rápido possível possamos tirá-lo do papel. Temos também outros dois loteamentos como parceiros na região da Santa Casa.”

Por: Ana Carla Poliseli

Fonte: I Tribuna 

sábado, 14 de julho de 2012

Concessão de empréstimos para compra de imóveis aumenta em 20%, diz Abecip


FOLHA.com - 


 
O volume de empréstimos dedicados à compra e à construção de imóveis cresceu em 20% entre junho de 2011 e maio deste ano, de acordo com pesquisa realizada pelo Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança).

Os recursos, providos pelo SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo), representam R$ 80,3 bilhões.

No entanto, o movimento ainda é de queda, de acordo com a instituição. Na comparação entre maio de 2011 e 2012, houve diminuição de 11% na concessão de empréstimos.

Outro dado apontado pelo levantamento é o aumento de 2,3% no financiamento de imóveis durante o período.

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Redução nas taxas de juros incentiva compra de imóveis



Bom dia Brasil - 

Na última quarta, a Selic foi reduzida para 8% ao ano. O mercado espera que a diferença faça os juros do financiamento imobiliário caírem ainda mais.
Quem estiver precisando mudar rapidamente pode investir em um imóvel próprio agora, porque as taxas de juros para financiamento imobiliário já começaram a cair. Mas se você puder esperar um pouco, vai fazer um negócio ainda melhor, porque essas taxas devem cair mais.

Em um estande de vendas os corretores já notaram um reflexo da queda de juros nos financiamentos.

“Hoje a gente pode dizer que a pessoa está trabalhando com 8,2%, 8,5% ou 8,7%. Antes, quando o cliente comprava, ele já comprava preparado para uma taxa de 10,5% na média”, explica o corretor de imóveis Sandro Costa.

Os bancos públicos foram os primeiros a rever as taxas de juros para o setor. Na Caixa Econômica Federal, a taxa caiu até 21%. Os bancos privadas foram na carona para não perder a clientela.

Quem assinou contrato de financiamento de imóveis recentemente percebeu essa queda. Na última quarta-feira, a Selic, que é a referência para os juros cobrados no Brasil, foi reduzida para 8% ao ano. O mercado espera que a diferença faça os juros do financiamento imobiliário caírem ainda mais.

O Sindicato da Habitação acredita que essa é uma boa hora pra comprar um imóvel.

“Acreditamos que, se a Selic permanecer nessa trajetória de queda, em algum momento do futuro, esperamos que seja próximo, ela possa de fato produzir uma redução no crédito imobiliário. Então, quando nós chegarmos a Selic na faixa de 7%, 6,5%, seguramente o crédito imobiliário ficará mais barato”, explica Flávio Prando, vice-presidente de Habilitação do Secovi de São Paulo.

Karina e o marido acabam de assinar o contrato do apartamento novo com 70 metros quadrados. Eles deram uma entrada pequena, vão pagar parcelas até a entrega das chaves. O financiamento só começa a ser pago em dezembro de 2014. O casal espera que os anúncios de queda de juros de agora ajudem a reduzir as prestações no futuro.

“O apartamento é bom, o lugar é bom, e o preço também”, conta a comerciante Karina Clemente.

De acordo com o IDEC, o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor, apesar da redução nas taxas de juros, o consumidor deve ficar atento porque o preço do imóvel continua alto.