quinta-feira, 22 de março de 2012

Ricardo Amorim acerta em cheio mito da bolha imobiliária no Brasil



ADVFN -

Ricardo Amorim, economista, conhecido apresentador do programa Manhattan Connectionda Globonews e presidente da Ricam Consultoria, acertou em cheio o mito da bolha imobiliária no Brasil.

Em um artigo publicado em 2009 (acesse o artigo aqui: Boom de crédito e expansão imobiliária: você só viu o começo), Amorim comentava sobre como o aumento da disponibilidade do crédito imobiliário no Brasil iria modificar o cenário do setor, puxado principalmente pela demanda e desacreditava, já na época, que o preços dos imóveis no País tivessem atingido seu pico de valorização.

Em reportagem do Jornal da Globo publicada na semana passada, uma empresa de consultoria inglesa colocou o Brasil no topo de uma lista de 52 países com a maior valorização nos imóveis.

O Brasil ficou na frente dos Estados Unidos, Inglaterra, França e até de Dubai, com valorização de 26% em um ano. De acordo com a pesquisa, o que fez os preços dos imóveis dispararem no Brasil foram o crescimento da população, o aumento da renda das famílias e o crédito fácil.

Os números também não mentem: desde 2009 o índice do setor imobiliário (IMOB) da BM&FBOVESPA registra valorização de mais de três vezes até o fechamento de ontem.

quarta-feira, 21 de março de 2012

Residência de vidro lembra casa de boneca


Residência de vidro lembra casa de boneca

Casa Vogue - 
Se as fachadas de vidro são muitas vezes inviáveis em países tropicais como o Brasil, em países de clima frio, como a Holanda, as superfícies envidraçadas podem significar um ganho de calor muito bem vindo. Sorte deles! Em casas como a Rieteiland House, em Amsterdã, ganham os moradores, com as vistas para o canal ao lado, e ganha a cidade, com a presença de uma obra que combina delicadeza e tecnologia.
Projetada e habitada por Hans van Heeswijk, a residência reúne uma série de soluções engenhosas, sendo que quase todos os móveis, louças de banheiro e armários foram desenhados pelo próprio arquiteto, que vive ali com sua família. Por ser totalmente aberta, sem paredes por fora e (poucas) por dentro, a morada lembra uma casa de bonecas, com todos os cômodos visíveis de qualquer parte.
No centro da casa, um vão chamado de “caixa mágica” pelo arquiteto, reúne os principais nichos e espaços dedicados a serviço, como closets e ambientes ditos molhados. Um exemplo das engenhosidades está no banheiro: quem troca de roupa ali pode lançá-la em um tubo que a leva diretamente para a máquina de lavar, localizada na lavanderia, dois pisos abaixo. Depois de lavada e passada, a roupa sobe para o vestíbulo por um pequeno elevador. Além disso, o núcleo está distribuído de forma a duplicar o pé-direito da sala de jantar, de um dos livings e da suíte máster.
A fachada de entrada da casa é revestida com painéis de alumínio perfurado, enquanto a face traseira é totalmente envidraçada, de modo que os moradores podem assistir ao pôr do sol. Alguns dos painéis frontais, porém, podem ser abertos automaticamente para permitir a entrada de luz. Já a fachada voltada para o canal é completamente aberta.
Vidro, aço, concreto e madeira compõem um volume iluminado, dia ou noite, que se abre para a cidade e expõe, sem medo, a rotina dos moradores.

Venda de imóvel alugado


Seleções - Reader's Digest - 

O locatário tem o direito de preferência na compra do imóvel, caso o proprietário decida vendê-lo. É certo que não cabe ao locatário qualquer recurso para impedir a venda do imóvel em condições menos vantajosas ao locador, somente para se beneficiar. Contudo, a lei impõe ao locador a obrigação de levar ao conhecimento do locatário sua intenção de vender o imóvel.

É indispensável que dessa notificação constem todas as informações referentes à venda do apartamento. O locatário terá o prazo de trinta dias para se manifestar sobre a intenção de compra do imóvel. Caso esse prazo expire sem que ele se manifeste, o locador poderá dar prosseguimento à venda do apartamento para outros interessados.

1 - Notifique o locador, alertando-o sobre os riscos do descumprimento da legislação, em caso de não atendimento ao direito de preferência do locatário para compra do imóvel alugado.

2 - Caso o locador insista no descumprimento da legislação, o locatário poderá propor uma ação judicial contra o locador, requerendo uma indenização por perdas e danos, em que o juiz avaliará os prejuízos sofridos pelo locatário em razão do não atendimento ao direito de preferência.

3 - O locatário pode, ainda, preferir a aquisição do imóvel, mas para isso deverá atender às seguintes condições: o contrato de locação deverá ser registrado, no Cartório de Registro de Imóveis no qual o imóvel esteja inscrito, pelo menos trinta dias antes de sua venda. Por isso, tão logo tome conhecimento de que o locador colocou à venda o imóvel, o locatário deverá providenciar o registro do contrato de locação; o locatário deverá depositar em juízo o preço e demais despesas relativas à compra do imóvel pretendido, para que possa provar que tem condições financeiras de comprar o imóvel; a ação judicial deverá ser proposta no prazo de seis meses, após o registro da compra do imóvel no Cartório de Imóveis.

4 - A partir daí, o locatário deverá aguardar a decisão judicial, que, caso lhe seja favorável, determinará que o imóvel seja registrado em seu nome.

terça-feira, 20 de março de 2012

Por meio da queda da Selic, governo busca fomentar o setor imobiliário no País

InfoMoney -


SÃO PAULO - A decisão do Banco Central de reduzir em mais 0,75% a taxa Selic pode ser a gatilho para a migração dos investimentos aplicados em fundos DI para a Caderneta de Poupança, na opinião do professor de finanças da BBS Business School, Ricardo Torres.

"Com a taxa Selic a 9,75% ao ano, a caderneta de poupança já se torna competitiva com os fundos DI que praticam uma taxa de administração de 0,5% ao ano. Caso ocorram novas reduções, a poupança definitivamente se torna mais atrativa que o fundo DI", afirma Torres.

Fomento ao setor imobiliário
O professor afirma que entre as estratégias do Governo com a decisão de levar a taxa de juro a menos dois dígitos ao ano, uma delas é fomentar o setor de construção civil. Isso porque os bancos administradores de poupança têm a obrigatoriedade de aplicar 60% de seu capital no financiamento da construção civil.

"A estratégia do Governo ao reduzir a taxa de juro é tornar a poupança mais atraente e assim arrecadar mais recursos para a aplicação no setor de construção civil, que movimenta uma quantidade enorme de empresas e empregos diretos e indiretos", explica Torres.

O Governo denota que está interessado em manter a inflação alta e a taxa de juro com diferenciais mais baixos, reduzindo o retorno real das aplicações em outros fundos. A medida permite também reduzir o spread entre o real e as moedas estrangeiras, aumentando a competitividade das exportações brasileiras.

Sobre a Poupança
Além de não cobrar o Imposto de Renda, o investimento na poupança garante uma rentabilidade anual de 6% somada a TR (Taxa Referencial). A forma de cálculo da TR sofreu algumas alterações desde a sua criação e, atualmente, ela é calculada a partir da remuneração mensal média dos Certificados e Recibos de Depósitos Bancários, com prazo entre 30 e 35 dias e emitidos pelas 30 maiores instituições financeiras do país.

segunda-feira, 19 de março de 2012

Para construir ou reformar, de onde tirar dinheiro?

O Diário -

Uma dúvida que atormenta quem planeja a construção ou a reforma de um imóvel é onde conseguir crédito com baixa taxa de juros para viabilizar a tão sonhada obra. Uma opção interessante é aproveitar as linhas de crédito que utilizam recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), que só no ano passado financiaram mais de R$ 600 milhões para construção ou aquisição de imóveis e também em carta de crédito na região de Maringá.

Dentre as várias modalidades de crédito que utilizam recursos do FGTS, muitas pessoas acabam optando pelo Construcard. O superintendente regional da Caixa Econômica Federal, Roberto Luiz Bachmann, revela que, pelas facilidades, ele mesmo recorreu a esta modalidade de financiamento para reformar a casa.

Divulgação

Financiamento viabiliza o sonho da casa própria

"Eu mesmo utilizei essa linha de crédito para a reforma da minha casa, porque é uma modalidade realmente muito interessante. O Construcard é aceito em mais de mil lojas cadastradas, garantindo flexibilidade na escolha dos fornecedores de material. Funciona como um cartão de crédito, é como se tivesse o dinheiro no bolso pra construir ou reformar", diz. Ainda de acordo com Bachmann, com o cartão é possível comprar, além de materiais de construção, itens de acabamento, como armários embutidos, aquecedores solares e até piscinas, por exemplo.

Taxas e prazos

O prazo de pagamento é de até cinco anos e a taxa de juros é de 2,4% mais a variação da TR (taxa de referência), que é de cerca de 0,10%, o que atrai muita gente por ser considerada uma taxa baixa. O prazo total para compra e pagamento dos materiais é de 60 meses. 

Quem toma este empréstimo tem de dois a seis meses de carência para comprar os materiais que serão usados na obra, o pagamento do empréstimo é feito em uma segunda etapa, durante o restante dos meses. Quem usa quatro meses para as compras, terá 56 meses para a amortização da dívida, por exemplo.

Esse tipo de financiamento terminou 2011 com um volume de R$ 35,5 milhões, e a expectativa é dobrar o resultado este ano. "Pela procura que tivemos no primeiro bimestre deste ano, a projeção é fechar 2012 com, pelo menos, R$ 70 milhões financiados pelo Construcard e atingir a casa de R$ 1,1 bilhão (só na região) - somado as demais linhas de crédito", diz.

O Construcard é válido apenas para compras de materiais de construção por pessoas físicas e o valor mínimo de financiamento é de R$ 1 mil, o valor máximo de empréstimo fica sujeito à capacidade de pagamento do usuário da linha de crédito. 

Para solicitar o financiamento, a pessoa precisa preencher um cadastro, apresentando comprovante de renda e abrir uma conta na Caixa, caso ainda não seja correntista. Assim que o valor do empréstimo é aprovado, a pessoa recebe um cartão com crédito pré-aprovado, podendo comprar os materiais barganhando pelos produtos, pois os lojistas recebem à vista pela compra.

Quem já usou

O vendedor Aleksandro Fernandes de Souza está no segundo financiamento através do Construcard. O primeiro, firmado há três anos, foi para erguer a casa onde mora; desta vez o empréstimo é para comprar os produtos de acabamento da residência. "O cartão é muito útil, porque a compra dos materiais é feita pelo preço à vista e há um bom prazo de pagamento", afirma.

Outro ponto positivo é a atrativa taxa de juros. "Quando eu fiz o primeiro empréstimo, a taxa era ainda menor, mas mesmo assim o valor não assusta, porque eu comparei com as praticadas no mercado", diz.

Além disso, outras linhas que usam recurso do FGTS são o Pró-Cotista (financia terreno e construção - é necessário ter uma cota ativa do FGTS por no mínimo três anos) e a Carta de Crédito FGTS - Individual (conjugada ao programa do governo federal Minha Casa Minha, Vida).

Piscina agrega valor ao imóvel


Estado de Minas - 

Muito além de embelezar o espaço, ela o deixa mais atrativo, principalmente na hora de vendê-lo ou alugá-lo


Mauro Augusto Machado diz que usa a piscina o ano inteiro

Artigo de luxo, sinônimo de dor de cabeça, garantia de diversão. Ter piscina em casa é um assunto que divide opiniões. Mas, quem não sente falta de aproveitar a água nos dias quentes? Com as variadas opções que o mercado oferece, dá para construir uma área de lazer sem gastar muito dinheiro. Além de tornar o ambiente mais bonito e agradável, a piscina pode ser um investimento interessante para quem pensa em vender ou alugar a residência, já que ela valoriza o bem.

Veja mais fotos de piscinas

“A piscina influencia – e muito – a negociação de um imóvel”, garante Mírian Dayrell, que comanda a imobiliária de mesmo nome, no Bairro Sion, Região Centro-Sul de Belo Horizonte. Por isso, é um dos primeiros itens que ela destaca ao descrever a residência para o cliente, seja casa ou cobertura. A empresária observa que o comprador pode até não ter a intenção de usar a piscina, mas a área de lazer é um fator extremamente importante na hora de fechar o negócio. “A piscina agrega valor e torna mais atrativo o imóvel, que tem maior liquidez no mercado de venda ou aluguel”, destaca.

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Para o aposentado Mauro Augusto Machado, a piscina é um ótimo investimento, não apenas por valorizar a casa, mas por ter muita utilidade. Há cinco anos, ele transformou uma área verde, onde cultivava duas árvores frutíferas e uma horta, em espaço com sauna, hidromassagem, ducha e churrasqueira. “Vira e mexe, a família está reunida aqui em casa. Então, é chegar e cair na água”, conta. Mauro gostou tanto da ideia que, seis meses atrás, planejou uma reforma na área de lazer. Instalou toldo para cobrir a piscina e colocou iluminação com lâmpadas LED, além de aquecimento solar para ter o conforto de usá-la o ano inteiro, porque, diariamente, faz exercícios na água.

Apesar de admitir que o investimento não é barato, o dono da casa acredita que compensa gastar, em média, R$ 100 por mês com a manutenção da área de lazer.

O arquiteto Ulisses Morato defende que a piscina é uma parte importante do projeto de uma residência, pois cumpre outras funções além de proporcionar a atividade aquática. Quando bem planejada, ela deixa o lugar mais bonito e atrativo, cumprindo seu papel estético. Em períodos de altas temperaturas ou umidade relativa do ar baixa, a presença de água nas proximidades da casa torna o ambiente mais ameno e agradável, pois funciona como um elemento de equilíbrio do microclima.

SOCIALIZAÇÃO

A área da piscina também pode ser um espaço de interatividade entre moradores e visitantes da casa, avalia o arquiteto. “Numa época em que as redes virtuais estão cada vez mais presentes no nosso dia a dia, os lugares para a socialização real são muito bem-vindos. Certamente, as áreas de piscina serão pontos de convergência e estimularão as interações familiares e sociais. Criança adora água e as atividades tendem a ocorrer no entorno”, destaca Morato. E isso agrada muito ao mineiro. Como sempre foi ligado à gastronomia, ele gosta de reunir os amigos na cozinha e, por aqui, uma das preferências é integrar a piscina ao espaço gourmet, o que torna a área de lazer ainda mais útil.

Morato observa, ainda, que a piscina pode funcionar como um interessante mirante, onde é possível admirar as belas paisagens de Minas Gerais, principalmente quando está localizada no alto das encostas.

Mercado em alta
A tradicional piscina de concreto permite variação de formas e cores, mas ainda tem custo alto. Já as de vinil e fibra de vidro são mais baratas e ficam prontas em menos tempo

O mercado de piscinas cresce a uma média de 10% ao ano, inclusive em Belo Horizonte, de acordo com dados da Associação Nacional dos Fabricantes e Construtores de Piscinas e Produtos Afins (Anapp). Há 20 anos no ramo com a Piscinas Planalto, o empresário Joaquim Ribeiro acredita que o bom momento se justifica pelo aumento geométrico de condomínios no entorno da capital. “A casa de campo virou moradia, por estar tão próxima a BH”, opina. Para a empresa, a demanda é grande em cidades como Lagoa Santa, Vespasiano e Jaboticatubas e a procura quase dobra no verão.



O arquiteto Ulisses Morato lembra que o ideal é planejar a área de lazer no início da obra, para evitar problemas futuros
O arquiteto Ulisses Morato lembra que o projeto da piscina deve ser pensado como um complexo, em que se inclui o tanque de água, vestiários, banheiros, a casa de máquinas e paisagismo. Por isso, o ideal é que a área de lazer seja elaborada junto com o projeto da casa, mesmo que não seja colocado em prática imediatamente. A antecipação evita problemas futuros, como falta de espaço, insolação insuficiente e isolamento indesejado. “São vários os critérios que precisam ser observados, desde inclinação até a profundidade, o que denota a complexidade do projeto. Para que tenha segurança, conforto e higiene, a piscina não pode funcionar sozinha”, alerta.

A piscina de concreto com revestimento de cerâmica ou azulejo dominou por muito tempo o mercado, mas hoje existem soluções que ajudaram a diminuir os custos da obra: vinil e fibra de vidro. “O melhor material será aquele que se adaptar às condições da obra e ao orçamento do cliente”, pondera o arquiteto.

O concreto oferece liberdade total para a criação de formas, definição de cores e tamanhos, mas o custo e o tempo de execução são maiores. As piscinas de fibra são de fácil instalação e têm preços atrativos. As limitações, no entanto, são formas e tamanhos padronizados e, para locais de difícil acesso, como coberturas de prédios, são inviáveis. O vinil é um revestimento bem maleável, chega a ser 60% mais barato que concreto e pode durar até 10 anos, desde que seja bem conservado.

LIMPEZA

Independentemente do material escolhido, para ter uma piscina durável não se pode esquecer da manutenção. “Quando chega o inverno, as pessoas deixam a água verde, suja e mal cuidada. Piscina tem que ficar bonita o ano todo”, diz o dono da Piscinas Planalto. Mesmo que não tenha a intenção de usar, a recomendação é limpar o tanque pelo menos três vezes por semana. Além de eliminar bactérias, fungos e larvas do mosquito da dengue, a manutenção conserva a água cristalina.

PASSO A PASSO PARA NÃO ERRAR

» Programe-se para que a obra de construção da piscina não coincida com o período chuvoso. Como o trabalho é feito ao ar livre e por meio de escavações, existe o risco de inundação do tanque ou desmoronamento do terreno.

» Para definir o lugar onde ficará a piscina, é preciso simular o trajeto do sol ao longo do dia e das estações do ano, para verificar as interferências de muros, árvores e edificações próximas. O melhor posicionamento será aquele que oferecer à área de banho a maior quantidade possível de luz solar direta.

» O projeto deverá prever espaço não apenas para o tanque de água, mas para todo o complexo da piscina. Vestiários, banheiros, área gourmet, paisagismo e casa de máquinas não podem faltar.

» Quanto mais frágil o solo e mais próximo da superfície estiver o lençol freático, mais complexa e cara ficará a solução estrutural para instalar a piscina. O documento técnico que vai fornecer as informações sobre o terreno, indispensável ao projeto, será a sondagem de solo, realizada por empresas especializadas.

» Para as piscinas de concreto, o tempo médio de obra gira em torno de 45 dias. As de fibra de vidro podem ser executadas em 10 dias. O tempo de execução da piscina revestida com vinil fica entre os dois.

» Piscina pronta, a preocupação passa a ser a manutenção. Três vezes por semana, independentemente do uso, deve-se medir pH e cloro, que são ajustados com produtos químicos. Além disso, filtrar a água por pelo menos seis horas e tirar a sujeira da superfície com peneira.

Varanda gourmet: a queridinha dos lançamentos imobiliários

VivaReal -

Valor agregado ou simplesmente resultado da verticalização das cidades e moradias? Fato é que a varanda gourmet tornou-se item quase obrigatório em edifícios e lançamentos por todo o país. Quando, há alguns anos atrás, podia-se pensar na possibilidade de realizar um churrasco com a família e com os amigos na sacada de seu apartamento? Muitos faziam isso com mini churrasqueiras e aparelhos grill, mas já ficavam esperando a reclamação dos vizinhos por causa da fumaça e do barulho causado pelas risadas e comemorações.

A varanda ganhou espaço, e hoje é um dos itens mais desejados e procurados por pessoas que procuram imóveis. Um espaço de socialização e refúgio aos cômodos separados por paredes e concretos. Hoje em dia, uma varanda gourmet com uma pia e churrasqueira pode se tornar o diferencial de seu apartamento, e por isso, sua decoração e a escolha dos móveis deve ser feita sempre pensando na continuidade dos móveis internos e também na resistência às intempéries e imprevistos de uma chuva, um vento forte, entre outros.

Confira algumas fotos de algumas varandas gourmet que encontramos na internet. Aproveite e invista na sua, colocando um pouco de sua cara e recebendo bem os seus convidados.