terça-feira, 27 de março de 2012

Prédios mais do que sustentáveis



Empreendedores investem em conceitos ecológicos na hora de construir
 

As obras ditas “verdes” têm que provar que são o caro que sai barato. Na tendência das construções sustentáveis, para além do termo da moda, as economias decorrentes da redução no consumo de água e eficiência energética são o principal atrativo de empreendimentos do tipo. Estima-se redução de até 50% no consumo de água, 30% em gastos com energia elétrica e até 9% no custo de operação durante toda a vida útil de prédios verdes.

Ao rol de certificados conquistados por empreendimentos na toada da economia verde, a Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) acaba de colocar em operação definitiva o próprio selo – o primeiro no mundo a ser outorgado por uma municipalidade. Até maio devem ser divulgados os primeiros bares, hotéis e restaurantes da cidade que terão passado pelo crivo da Certificação e Sustentabilidade Ambiental de Belo Horizonte (CSABH). Um nome melhor para o selo deve ser pensado nesse meio-tempo.

A empresa responsável pela aferição dos critérios técnicos de economia verde para os empreendimentos que se interessarem pelo selo da prefeitura é o Bureau Veritas. “O consumo de água, energia, a gestão dos resíduos sólidos e as emissões de gases que contribuem para o efeito estufa são os principais elementos levados em conta”, explica Weber Coutinho, gerente de planejamento da Secretaria de Meio Ambiente.

Diferentemente de outros selos mais tradicionais, como os do Green Building Council (GBC) e da Fundação Vanzolini, o selo da PBH também aceita os chamados retrofits – quando edifícios já erguidos passam por reformas para se adequar às exigências da certificação. O plano é munir os prédios de aparelhagem capaz de mensurar, por exemplo, qual será a redução de emissão de carbono durante a Copa do Mundo.

O tempo de retorno de investimento é ainda o principal entrave para que os empreendimentos verdes deixem de ser exceção, segundo Wagner Soares, gerente de Meio Ambiente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg). “O custo é maior porque envolve tecnologias que ainda não estão completamente assimiladas pelo mercado. E muitos empreendedores não acham a perspectiva interessante porque não têm esse capital inicial ou porque de fato não conseguem enxergar a longo prazo”, diz Soares.

Dos 43 empreendimentos que o GBC, que tem os selos mais respeitados do mundo, certificou no Brasil, só um fica em Minas. Em processo de certificação existem hoje 477 prédios – 10 deles estão no estado. O edifício mineiro certificado é o WTorre Águas Claras, que abriga há um ano as atividades corporativas da Vale, em Nova Lima. A empresa informou ainda não ter mensurada a economia decorrente dos processos ecológicos, como vidros de alta performance, tratamento e reaproveitamento de água para torres de resfriamento do sistema de condicionamento de ar, jardins e sanitários. Outro destaque é o Green roof, para coleta de águas pluviais – que são destinadas à irrigação de jardins e limpeza externa do edifício. A redução dos níveis de radiação térmica, sistema econômico e inteligente de iluminação e automação predial são outras vedetes do prédio da Vale.

Comerciais ainda são maioria


A tendência da construção sustentável ainda é puxada por edifícios corporativos, segundo Manoel Carlos Martins, coordenador do Projeto Aqua, da Fundação Vanzolini, de São Paulo. Dos 54 empreendimentos que o Aqua já atestou desde que foi lançado em 2008, só 15 são habitacionais. O restante são shoppings, edifícios comerciais, escolas, prédios para escritórios, hotéis e parques.

De acordo com ele, a fundação acompanha e certifica cada uma das etapas de desenvolvimento de uma edificação: programa, projeto e execução são avaliados conforme 14 categorias que se dividem em mais de 100 objetivos como economia de energia e água – não há, contudo, quantificação mínima em porcentagem que defina critérios objetivos de redução de consumo. Se o sol é para todos, os amplos painéis de vidro dos croquis da sede da Federação do Comércio (Fecomércio) em Porto Alegre (RS), certificados pelo Aqua, são exemplo de como a luz solar é aproveitada para reduzir o consumo energético.

“Na área de edifícios para escritórios, por parte do mercado, já é quase exigência que haja atenção para esses valores. No campo habitacional, começa a aparecer exigência, mas não é ainda obrigação. Aspectos de conforto e de economia a partir de práticas sustentáveis serão priorizados por esse mercado no futuro”, destaca Martins. A valorização dos imóveis, em última instância, é avaliada como investimento. “A multiplicação das experiências vai servir de exemplo para consolidar a tendência”, acredita Soares, da Fiemg.

Infográfico: Entenda as diferenças entre tipos de imóveis

Imovelweb -

Já ouviu falar em apartamento Giardino ou em Tripex? Conheças estes e outros tipos de apartamentos



No Brasil, o termo passou a ser sinônimo de apartamentos amplos, sem divisórias, muitas vezes com o pé direito alto e grandes janelas

São Paulo - As nomenclaturas que definem os tipos de apartamento são tantas que às vezes fica confuso entender as diferenças entre um imóvel e outro. Para não restar mais dúvidas, explicamos (e desenhamos) para você as principais características de cada um deles. Confira:




Infografico por: Imovelweb (caso não consiga ver o infográfico tente a página fonte http://bit.ly/GVYP7m )

Cobertura: é o apartamento que fica no último andar do prédio e pode, inclusive, ter espaços de entretenimento ao ar livre, como piscinas.

Kitnet (kitchenete ou quitinete): é um apartamento pequeno, com cerca de 20 a 35 m². A principal característica é possuir apenas um cômodo e banheiro. O cômodo único integra quarto e cozinha.

Loft: os lofts surgiram nos EUA nos anos 60 e 70. Eles faziam referência a antigos galpões comerciais ou industriais reformados para fins residenciais. No Brasil, o termo perdeu esse significado e passou a ser sinônimo de apartamentos amplos, sem divisórias, muitas vezes com o pé direito alto e grandes janelas, geralmente com mezaninos.

Studio: Esta termologia está muito associada ao loft. Na verdade, se assemelham muito os dois tipos, mas o estúdio é caracterizado por apresentar algumas divisões internas a mais que o loft, como, por exemplo, o quarto privativo, delimitado com paredes.

Duplex: quando um apartamento tem dois andares, ele é chamado de duplex. Praticamente um “apartamento sobrado”. Se forem três andares, o nome é triplex.

Apartamento padrão: é o tipo mais comum de apartamento; caracteriza-se por possuir uma planta com divisões internas bem definidas: sala de estar, sala de jantar, cozinha, quartos, banheiros etc. Pode ser classificado pelo número de dormitórios (um, dois, três, quatro ou mais quartos).

Giardino ou Garden: são apartamentos que ficam no térreo do prédio e possuem quintal ou jardim. Alguns de alto padrão têm churrasqueira, forno de pizza e até piscina.

Brasil é o 2º melhor país para investir em imóveis comerciais, diz estudo

Estadão - 

País subiu duas posições em ranking e passou a China; EUA estão no topo da lista

SÃO PAULO - O Brasil já é considerado o 2º melhor país para investir em imóveis comerciais, mostra uma pesquisa Associação de Investidores Estrangeiros em Imóveis (Afire, em inglês). O País subiu duas posições e passou a China, que agora ocupa o 3º lugar. O topo da lista é ocupado pelos Estados Unidos.

Segundo o levantamento, 18,6% dos entrevistados acreditam que o País abriga as melhores oportunidades para empregar capital em empreendimentos comerciais. Na avaliação dos empresários, o bom momento econômico do País deve manter essa tendência de valorização.

O aumento dos preços dos imóveis comerciais ocorre desde 2005, chegando a cerca de 75% nos principais bairros de São Paulo e do Rio de Janeiro. No período, a capital paulista subiu da vigésima sexta melhor cidade do mundo para se investir para a quarta posição em 2012.

Vale a ressalva que, se do lado dos investidores do mercado imobiliário o movimento é favorável, na outra ponta a explosão dos preços aumenta o custo de alocação das empresas.

segunda-feira, 26 de março de 2012

As dúvidas de quem declara imóveis no IR

Exame - 

Saiba o que fazer para declarar situações como a construção de uma casa, a compra de um imóvel com subsídio e reformas em geral


O contribuinte só deve declarar o valor efetivamente gasto com o imóvel até 31/12


São Paulo - De olho nos gastos declarados por quem possui imóveis ou recebe aluguéis, a Receita Federal confronta os dados recebidos pelas pessoas físicas com as informações enviadas por construtoras, incorporadoras, imobiliárias e administradoras de imóveis.
Como estas empresas são obrigadas a prestar informações sobre todos os negócios que realizaram ao longo de 2011, fica fácil para a Receita identificar eventuais dissonâncias e, consequentemente, recursos que escaparam da mordida do Leão.
Confira, a seguir, as orientações para situações inusitadas envolvendo a venda, reforma e aquisição da casa própria:

Valorização artificial do imóvel

Quando o bem for declarado pela primeira vez, seu valor será dado pelo dinheiro gasto com a aquisição. Essa informação jamais será corrigida por qualquer índice de preços. A Receita não está interessada em saber a valorização do imóvel, mas apenas quanto você pode embolsar se resolver vendê-lo.

O ganho de capital será dado pela diferença entre o que você levou na venda e o que você gastou na compra. É justamente por isso que muitos contribuintes, intencionalmente ou não, alteram o valor dos seus bens com o passar dos anos. Com um preço mais alto, diminui o hiato entre o valor do imóvel quando foi inicialmente adquirido e o seu preço quando foi passado pra frente. A princípio, essa “atualização” diminuiria o bolo sobre o qual incide o IR de 15% aplicado pela Receita sobre um eventual ganho de capital, dinheiro que seria recolhido quando o proprietário se desfizesse do bem.

Só que essa prática é condenada pelo Fisco. Quem submeteu valores errados deve fazer a retificação do IR em todos formulários possíveis. Isso porque o contribuinte tem o prazo de até cinco anos para retificar a declaração, com a condição que o exercício não esteja sob procedimento de ofício.

Reformas e melhorias

Esta é a única situação que admite mudança no valor do imóvel declarado pelo contribuinte. Quanto mais caro, menor será o ganho de capital na hora da venda e, portanto, menos impostos serão devidos ao governo. Por isso, é importante guardar todos os comprovantes das despesas com reformas e melhorias e lançá-los anualmente na declaração. Os dados e valores devem ser preenchidos no campo “Discriminação”, junto com as demais informações sobre o imóvel, como localização e preço. A coluna de 2010 deve mostrar o valor do imóvel antes das reformas, e a coluna de 2011 já deve apontar o acréscimo ganho com as benfeitorias.

Reformas na área comum do prédio

“Quando você compra um bem em um condomínio, você tem uma área útil e uma fração ideal da área comum", explica Edino Garcia, do DeclareCerto IOB. A informação é descrita na própria escritura do apartamento. Segundo ele, o dinheiro que for gasto com as benfeitorias do prédio, como instalação de piscinas, churrasqueiras e reforma da guarita, por exemplo, podem ser usados para aumentar o valor do bem, assim como eventuais melhorias dentro do apartamento o fariam.

Para comprovar essas despesas, o contribuinte precisa reunir cópias das notas fiscais e orçamentos apresentados nas assembleias. Multiplicando tudo que foi gasto pela sua fração ideal, ele irá encontrar em que proporção seu apartamento foi valorizado. É necessário especificar esse cálculo no campo “Discriminação” e somá-lo ao valor do apartamento declarado em 2010 para, em seguida, lançar o resultado no campo de 2011.

Terreno que virou casa

Se no ano de 2010 o contribuinte tinha um terreno, e em 2011 terminou a construção de uma casa sobre esta área, basta mudar o código na declaração de “13 – Terreno” para “12 – Casa”. No campo “Discriminação”, ele irá dizer quanto gastou para construir o imóvel. E na situação de 2011, vai somar esse custo ao valor do terreno informado em 2010. Vale lembrar que se a casa não tiver sido concluída, é preciso manter a ficha com o código “13 – Terreno”. Neste caso, o declarante irá apenas lançar no campo “Discriminação” que iniciou uma construção no local, informando também todos os valores gastos até então. A seguir, ele irá somá-los ao preço do terreno, preenchendo “Situação em 31/12/2011” com o novo valor total. O procedimento independe do “Habite-se” ter ou não saído.

Imóveis comprados com subsídio do governo federal

Independentemente da quantidade de dinheiro recebido a título de subsídio, o proprietário do imóvel deve declarar como valor do bem apenas o montante que saiu diretamente do seu bolso. “O subsídio como benefício fiscal é dado apenas para a construtora, para ela fazer um prédio mais barato e ganhar, em contrapartida, a possibilidade de pagar menos impostos ao governo”, explica Edino.

Tirando essa particularidade, a declaração segue as mesmas regras aplicadas em qualquer outra situação. Em caso de empréstimo, será preciso informar na ficha “Bens e Direitos” o tipo de imóvel adquirido, indicando a existência de financiamento no campo “Discriminação” e informando o montante já pago para liquidar a dívida no ano passado. A regra é sempre declarar como valor em 2011 o valor total pago pelo contribuinte do início do contrato até o dia 31 de dezembro.

Uso do FGTS no financiamento da casa própria

É preciso indicar o recebimento destes recursos na linha 03 da ficha “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis”. No mais, o contribuinte irá declarar o imóvel normalmente na ficha “Bens e Direitos”: se for financiado, será preciso informar todos os valores das parcelas que foram pagas até 31 de dezembro de 2011, e não o valor total do bem. No campo “Discriminação”, também devem ser relacionadas as condições de aquisição do imóvel: se já está quitado, se foi comprado de uma construtora, financiado pelo Sistema Financeiro de Habitação, ou por uma outra linha de crédito.

Se a aquisição tiver sido pelo SFH, não é preciso informar a dívida pendente. Do contrário, o contribuinte terá que acessar a ficha “Dívidas e Ônus Reais” e informar as pendências. Esse valor será atualizado ano a ano: à medida que o imóvel ficar mais caro em “Bens e Direitos” (pois mais parcelas terão sido pagas), a dívida também ficará proporcionalmente menor em “Dívidas e Ônus Reais”.

Especialistas reafirmam importância de CNDT em transações imobiliárias

Agência Estado -


A Recomendação 3 do Conselho Nacional de Justiça, que determina a todos os tabeliães de notas que lembrem aos contratantes em negociações imobiliárias das vantagens da emissão de Certidão Negativa de Débito Trabalhista (CNDT) dos proprietários, agradou aos registradores de imóveis. De acordo com especialistas, a recomendação, editada no último dia 15 de março, dará maior segurança aos negócios. A certidão, expedida pelo site do Tribunal Superior do Trabalho, avisa quais pessoas ou empresas estão com pendências na Justiça trabalhista, evitando embargos pós-compra.

"O contrato de compra e venda de imóveis é o mais perigoso no meio jurídico. Por isso, todos os meios devem ser usados para que se evite problemas futuros", diz o especialista em Direito Imobiliário Daniel Fairbain , da CFG Advogados. Segundo ele, a orientação já é praxe em seu escritório.

Rogério Portugal Bacellar , presidente da Associação dos Notários e Registradores do Brasil (Anoreg), concorda. "Quanto mais documentos houver para proteger os negócios imobiliários, melhor para todo mundo, e todos os notários devem ficar atentos à recomendação". A Associação dos Registradores de São Paulo (Arisp) já emitiu comunicado em seu site sobre a recomendação.

"Às vezes, os compradores dispensam, mas os tabeliães devem sempre aconselhá-los a obter a CNDT, além de alertá-los sobre os riscos decorrentes da dispensa das demais certidões legais", explica Ubiratan Pereira Guimarães , presidente do conselho federal do Colégio Notarial Brasileiro.

Há ainda outros cuidados que devem ser tomados pela pessoa que compra um imóvel. Segundo Guimarães, a CNDT avisa a respeito das ações trabalhistas já julgadas, não dando notícia de eventuais processos ainda em curso. Assim, por exemplo, caso uma empresa seja reclamada numa ação trabalhista e, ao ser derrotada no processo, não tiver patrimônio para honrar o pagamento da dívida, a venda que tenha sido feita anteriormente pode ser anulada se ficar demonstrado que houve fraude na transação. "Por isso, é importante que o comprador analise se eventuais ações judiciais movidas contra o vendedor podem prejudicar seu patrimônio a ponto de torná-lo insolvente" diz Guimarães.

O presidente do conselho federal do CNB lembra que, para uma melhor conferência, há também a Certidão de Distribuição de Ações (CDA), que mostra ações ainda em trâmite e que é retirada apenas em cartórios de distribuição dos foros judiciais.

Guimarães ressalta a atenção que os oficiais dos cartórios devem prestar nas transações. "É importante que essa recomendação também seja observada pelos registradores de imóveis na qualificação dos instrumentos particulares, pois nos atos notariais os tabeliães são responsáveis pela redação, porém, nos escritos privados, não há identificação de autoria".

sexta-feira, 23 de março de 2012

Plantas para decorar a casa



Decore a casa com plantas e deixe o lar mais belo e confortável!

Com um aroma fresco e muito agradável, sua casa ficará mais bela e elegante com estas grandes companheiras! Veja algumas dicas de decoração e se inspire!

Plantas
Na cozinha, na sala e até no banheiro, elas arrematam qualquer decoração. A verdade é que seja lá onde estiverem, as plantas trazem vitalidade, sofisticação e um charme todo especial. Mas você sabe o quê, onde e como plantar dentro de casa? Para sanar estas e outras dúvidas, consultamos especialistas em paisagismo que nos deram informações valiosas de como cultivá-las.

Onde?
Antes de comprar qualquer tipo de espécie, você deve decidir em qual local da casa ela será plantada. Para o interior, a melhor opção são aquelas que necessitam de pouca luz ou apenas uma iluminação difusa para sobreviver. Para áreas externas com grande exposição ao sol, prefira plantas que sejam resistentes e exijam poucos cuidados, já que rajadas muito fortes podem destruí-las.


Foto: Divulgação

Na sala

De acordo com o paisagista Daniel Cruz, as plantas mais indicadas para interiores são zamioculca, marantas, orquídeas e algumas espécies de bromélias e palmeiras pequenas, como a Chamaedorea elegans. O paisagista Edu Bianco, da Flamboyant Paisagismo, sugere outras espécies também. “As pleomeles não necessitam de muitos cuidados e meio litro de água a cada 10 dias são suficientes para a sua sobrevivência”, comenta. Custam em média R$ 130.


Foto: Divulgação

Pequenas e charmosas
De acordo com Edu Bianco, as miniexórias também são indicadas para ambientes bem iluminados e uma caixa com 6 plantas custa em torno de R$ 50,00. “Aspargos e flores de cera convivem bem e são boas opções para meia-sombra”, acrescenta.


Foto: Divulgação

“A pata de elefante é ideal para a sala. Sua folhagem é belíssima e só precisa ser aguada a cada 10 dias. O preço que é um pouco mais salgado, gira em torno de R$ 400. Mas o investimento vale a pena”, comenta Edu.



Foto: Thinkstock/Getty Images

Do lado de fora
“Nas sacadas, é importante definir o estilo do paisagismo que mais lhe agrada. Se você optar pelo rústico, espécies frutíferas e plantas sem muitas flores se encaixam muito bem. Mas se o estilo for clássico, prefira plantas podadas, como o famoso bruxinho”, aconselha Daniel.

Hortinha
Que tal um arroz com alecrim fresquinho para o almoço de hoje? E um chá de hortelã com folhas colhidas na hora para o lanche da tarde? Com uma hortinha dentro da cozinha, as suas refeições podem ficar mais saborosas todos os dias.



Foto: Thinkstock/Getty Images

Na cozinha

Pouco Espaço
De acordo com a paisagista Rejane Heiden, não é necessária uma grande área para cultivar uma hortinha. “Se o espaço for pequeno, devemos escolher poucas espécies e dar preferência para as mais resistentes, como hortelã, erva-cidreira, alecrim, manjericão e tomilho”, indica. O louro também é uma ótima opção, mas necessita de vasos maiores.

Cuidados básicos
Os vasos devem ficam próximos da janela da cozinha ou em qualquer lugar iluminado. Utilize uma boa terra vegetal e plante sempre com drenos, colocando uma pequena camada de argila expandida e um pedaço de manta para evitar que a terra passe pelo buraco do vaso. “Trate imediatamente qualquer tipo de praga, já que as plantas farão parte da sua alimentação”, alerta a paisagista.

quinta-feira, 22 de março de 2012

Interiores e Design: Hotel descomplica sofisticação na Bélgica

Casa Vogue

Sofisticação descomplicada. Esse é o lema do De Witte Lelie, hotel localizado na Antuérpia, Bélgica. Seu nome, que em português significa Lírio Branco, já traduz o espírito dos serviços e do décor. A delicada flor, aliás, comparece em todos os ambientes, seja in natura, seja em estampas que circulam desde o mais clássico dos temas até o mais moderno.
O hotel está no centro da cidade que concentra o maior mercado de diamantes do planeta. Não é de se estranhar, portanto, que o padrão de exigência local seja acima da média. O projeto de arquitetura e design atende a essa demanda. Situado em um edifício do século 17 totalmente restaurado na década de 1990, o De Witte Lelie teve seus interiores renovados no final de 2011.
Com somente 11 suítes, o hotel conta com ambientes de pé-direito alto, tetos e paredes ricamente decorados no melhor estilo barroco, e lareiras que são um espetáculo à parte. O mobiliário, porém, representa o que há de mais contemporâneo, como no lobby, dominado pelo azul vivo do imenso sofá desenhado pelo artista francês Yves Klein (1928-1962).
Além de estar presente na alegre combinação entre o antigo e o novo, a sofisticação descomplicada também se aplica aos serviços do hotel. O staff é treinado para respeitar ao máximo a privacidade. No pátio interno, os hóspedes tomam o café da manhã. E o décor escuro do bar atrai, a partir das 18h, jovens empresários de toda a cidade.